22 de julho de 2018

LEITURA COLETIVA: Norte e Sul, de Elizabeth Gaskell!

Olá gente lindaaa!
A #LeituraColetiva de "O Morro dos Ventos Uivantes" deu tão certo, que resolvemos repetir a dose, desta vez com o livro "Norte e Sul", da autora Elizabeth Gaskell. Mais uma vez, trata-se de um clássico da literatura inglesa, embora não tão conhecido aqui no Brasil. A postagem de hoje é suuuper especial, pois se trata de um convite!

O Confissões Femininas... se juntou com outros blogs e uma autora para tornar essa leitura ainda mais divertida. Essa será sua chance de conhecer o livro que deu origem ao seriado "North and South", produzido pela emissora britânica BBC. Só amores por essa minissérie!


19 de julho de 2018

Na Telinha ou na Telona... #132

Olá gente lindaaaa!
Finalmente assisti "Age of Youth" (Idade da Juventude), também conhecido como "Hello, My Twenties" e vim contra pra vocês o que eu achei.
"Age of Youth" foi ao ar de 22 de julho a 27 de agosto de 2016, pela emissora sul-coreana JTBC. Apesar de ser um dorama queridinho dentre os dorameiros, eu não havia me interessado muito e só resolvi assistir porque alguns amigos falaram muuuuuuto sobre e acabei decidindo dar uma chance.
No final das contas, acho que foi "Age of Youth" que me deu uma chance, não o contrário...

Sinopse: Estudantes universitárias Yoon Jin Myung (Han Ye Ri), Jung Ye Eun (Han Seung Yeon), Song Ji Won (Park Eun Bin), Kang Yi Na (Hwa Young) e Yoo Eun-Jae (Park Hye Soo) dividem uma casa.
Jin-Myung está ocupada apoiando-se financeiramente e estudando. Ela sofre de insônia. Ye Eun é dedicada ao seu namorado, ela é clara sobre o que ela gosta ou não. Ji Won tem uma personalidade brilhante e gosta de beber. Yi Na é popular devido à sua aparência bonita. Eun Jae é tímida, mas ela tem um gosto único para homens.

ELENCO PRINCIPAL:

- Han Ye Ri como Yoon Jin Myung (28 anos; universitária esforçada; ela divide seu tempo entre as aulas e seus vários empregos temporários, por isso quase não é vista em casa e nunca tempo tempo para qualquer tipo de lazer);
- Han Seung Yeon como Jung Ye Eun (22 anos; estudante de nutrição; divide seu tempo entre a faculdade e o namorado, a quem se doa completamente ~embora ele não mereça);
- Park Eun Bin como Song Ji Won (22 anos; a mais comunicativa e divertida da casa; a festa só começa quando ela chega; é extrovertida e alegre e tem muitos amigos, mas sua decepção é nunca conseguir um namorado);
- Ryu Hwa Young como Kang Yi Na (24 anos; a bonitona da casa; ela está sempre bem vestida e é conhecida por ser "exibida", e não nega... gosta mesmo de chamar a atenção);
- Park Hye Soo como Yoo Eun Jae (20 anos; recém chegada na república; é extremamente tímida e odeia ter de confrontar as pessoas).

Minha opinião: Amei!!
Só posso começar esta resenha dizendo "Por que raios eu não assisti 'Age of Youth' antes?".
De início pode parecer um dorama sem muito propósito, que se resume a mostrar o cotidiano de cinco jovens universitárias que dividem a mesma casa, uma república chamada Belle Époque. E, de certo modo, é mesmo. Mas também é muito mais do que isso.
Todos temos uma noção do que é uma república de estudantes, pessoas que na maioria das vezes não s conhecem e passam a viver na mesma casa. Pois bem, Belle Époque não foge a regra. No entanto, dentre as cinco moradoras, quatro delas já estão juntas na casa há algum tempo, então aprenderam a um pouco uma sobre a outra e já têm um relacionamento estabelecido. A quinta moradora, no entanto, acaba de chegar (o dorama começa com sua chegada). E, assim como Yoo Eun Jae (a nova moradora) vão conhecendo a casa e as novas colegas, o telespectador faz o mesmo.
Acompanhamos, então, a adaptação de Eun Jae na nova casa, com as novas colegas. E confesso que no início não gostei mundo de uma delas, que se mostrou bem folgada (e eu detesto gente folgada). Mas essa "folga" dela foi últil pra fazer com que Eun Jae falasse, se abrisse, reclamasse. E isso foi um grande avanço pra ela, sempre tão quieta, tão passiva (tão diferente de seu papel em "Introverted Boss"!)
O melhor de "Age of Youth" é o fato de as cinco garotas serem tão completamente diferentes e ao mesmo tempo tão companheiras. Elas vão se conhecendo, se aproximando, se ajudando... e dão muitas risadas, e brigam quase sempre. E.. tudo bem. É assim que as coisas são. A vida de ninguém é perfeita, é impossível ser feliz o tempo todo, é impossível agradar as pessoas o tempo todo e é impossível gostar de tudo o tempo todo. Somos humanos, afinal. 

12 de julho de 2018

Na Telinha ou na Telona... #131

Olá gente lindaaa!
Hoje vim falar sobre um mini-drama fofíssimo com apenas quatro episódios (ou seja, não tem desculpa pra não assistir: é curto, rápido e fofo!). Estou falando de "You Drive me Crazy" (Você me deixa louco).
Esse mini drama foi ao ar nos dias 7 e 8 de maio deste ano, pela emissora MBC.

Sinopse: O amor à primeira vista é uma ideia tão maravilhosa. Mas quantos de nós têm essa experiência na vida real? A resposta é "raros". No máximo, vemos isso quase sempre em novelas. Para que se dar ao trabalho de fazer mais uma novela em que um homem e uma mulher se cruzam por coincidência e se apaixonam? Por isso, esta série pretende mostrar aos espectadores algo com que eles possam se identificar muito mais: o amor que floresce nas nossas vidas cotidianas. Esta novela mostra como um relacionamento familiar se transforma em um relacionamento agitado, como uma amizade se transforma repentinamente em amor. Esta série é sobre um homem e uma mulher que não têm nada mais para compartilhar graças a suas personalidades completamente diferentes. Mas eles não fazem ideia de por quem estão apaixonados. Gradualmente, eles se redescobrem e vão atrás do amor um passo de cada vez.

ELENCO PRINCIPAL:

- Lee Yoo Young como Eun Seong (tradutora simultânea de francês; ela tinha grandes expectativas quanto a profissão quanto optou por estudar tradução, mas o trabalho é mais instável do que ela pensava);
- Kim Seon Ho como Kim Rae Wan (artista talentoso, mas que está com um "bloqueio criativo" há dois meses, desde que algo inesperado aconteceu);
- Sung Joo como Yoon Hee Nam (membro de uma banda iniciante e amigo de Rae Nam; acaba se apaixonando por Eun Seong);
- Ryu Hye Rin como Kang Ji In (colega de trabalho e amiga de Eun Seong).


Minha opinião: Amei!
"You Drive Me Crazy" gira em torno de dois amigos, Eun Seong, que trabalha como intérprete, e Kim Rae Wan, um artista que faz pinturas e desenhos maravilindos.
Apesar do esteriótipo e pressuposto de que um homem e uma mulher não podem ser só amigos, eles são. São melhores amigos há oito anos e se conhecem como ninguém. Um está sempre lá pelo outro. Eun Seong conheceu cada uma das muitas namoradas de Rae Wan, e Rae Wan acompanhou o começo, meio e triste fim do longo namoro de Eun Seong.
Tudo estava indo muito bem, obrigada, até que... eles acabam dormindo juntos.

10 de julho de 2018

28 coisas que aprendi em 28 anos!

Olá gente lindaaaa!
O post de hoje é um pouco diferente do que costumo fazer, mas resolvi "comemorar" o meu aniversário listando algumas coisinhas que aprendi ao longo dos meus 28 anos.



Quem me conhece sabe que quando o meu aniversário está chegando, eu fico bem introspectiva (e desanimada, confesso). Eu não sou a pessoa que mais adora fazer aniversário, muito pelo contrário... mas já que não dá pra ficarmos mais jovens, que pelo menos tentemos tirar proveito de cada ano vivido, né?!

Então, vamos à lista:

1. O que não me faz bem, não me faz falta.
E isso serve pra tudo, pra coisas, situações, experiências e, principalmente, pessoas. Para quê manter por perto algo/alguém que não me faz bem, não me faz feliz e, na maioria das vezes, me faz mal, me deixa para baixo? 

2. Minha mãe tinha razão: eu não sou todo mundo.
Quem nunca tentou convencer a mãe de que devia ir ou fazer algo, porque "todo mundo" iria / faria? Pois bem, minha mãe sempre me respondeu dizendo que não importava o que todo mundo faria, porque eu não era todo mundo. E ela estava certa, eu não sou todo mundo, por isso não faz sentido comparar minha vida, minhas escolhas, minhas conquistas e derrotas com as de outras pessoas.

3. Eu não sou uma árvore.
Isso significa que eu posso "sair do lugar" se não estiver feliz ou satisfeita. Não há motivos para me obrigada a estar em um lugar ou situação que me deixam infeliz. Prefiro pensar em mim como uma folha que pode ser carregada pelo vento para lugares melhores, mais felizes...

4. Alguns dias são melhores que outros.
E está tudo bem. 

5. Eu não preciso estar feliz, animada, otimista o tempo todo.
E tudo bem com isso, também. 

6. Eu não sou obrigada.
A nada. Nadinha.

7. Eu nunca vou agradar todo mundo.
E tudo bem com isso. Não preciso agradar todo mundo, do mesmo modo que não preciso gostar de todo mundo. O que eu preciso fazer é respeitar todo mundo independentemente das diferenças.

8. Tudo bem eu não estar sempre certa.
Na maioria das vezes é melhor estar em paz do que estar certa.

9. A vida não tem um único roteiro.
A não ser pelo fato de que ela termina. Tudo bem eu mudar de rota algumas vezes.

10. Mudar de ideia não é um problema.
As circunstâncias mudam, as pessoas mudam, nossos sonhos mudam... então nossas escolhas podem mudar, também.

11. "Tanto faz" ou "mais ou menos" nunca opções boas o suficiente.
Nunca.

12. Algumas pessoas vêm para ficar, outras estão só de passagem.
E as coisas serão muito melhores quando aprendermos a lidar com isso, a lidar com despedidas, com o fato de que as pessoas são livres para decidir ficar em nossas vidas ou não... e nem sempre é uma simples questão de escolha. E o fato de que algumas pessoas não permaneçam em nossas vidas não significa que elas tenham menor impacto, que não façam a diferença ou que não sejam importantes. 

13. Minhas escolhas sempre são e serão afetadas por diversas coisas externas (minhas opções, coisas a serem consideradas, etc.).
Mas é importante que elas sejam sempre MINHAS.

14. Eu estou aqui de passagem.
Logo, nada é para sempre. Viver é um eterno exercício de adaptação, aprendizagem...

15. Desconstruir padrões, esteriótipos, etc. é um exercício diário.
Não é uma coisa simples, embora seja necessário.

16. Cada pessoa tem um modo diferente de lidar com as coisas.
Quem chorar mais alto não significa que sente mais dor.

17. Sempre podemos aprender algo novo.
E devemos!

18. Às vezes a vida é complicada, porque nós decidimos complicas as coisas.
E geralmente focamos e damos importância para coisas que não merecem tanta atenção.

19. Desistir também é um ato de coragem.
Quão difícil é tomar a decisão de desistir de algo? Conseguir perceber quando é hora de parar, de deixar algo para trás e seguir em frente é um ato de coragem. 

20. Talvez devêssemos parar de buscar a felicidade.
E simplesmente aproveitarmos cada momento. A felicidade deve estar no hoje, não do amanhã que podem nem chegar.

21. Já somos cobrados e julgados o suficiente pela sociedade.
Nosso autojulgamento e nossa autocobrança não são necessários.

22. Praticar a empatia.
Só isso.

23. Viva às listas!
Sem elas minha vida seria um completo caos.

24. Sem expectativas, sem frustrações.
Nossas expectativas nas coisas, pessoas, situações são responsáveis pela maioria das nossas frustrações. É melhor apenas tentar "seguir o fluxo", "deixar rolar". Não é fácil, mas vale a pena tentar. Eu estou constantemente tentando. Um dia chego lá...

25. Nossa família é valiosa.
E o melhor jeito de ser grato por isso é dar atenção, amor, valor e respeito à ela HOJE.

26. Só serei feliz quando for grata.
Nosso problema é ser grato apenas por coisas "grandiosas", quando devemos agradecer pelas pequenas e simples coisas que é o que nos fazem ser o que somos. Como esse milagre maravilhoso:



27. Posso encontrar felicidade no fundo de uma xícara de café.
Não preciso focar apenas em grandes realizações esperando que a felicidade estará lá. A felicidade está aqui.

28. Cada dor é uma dor.
Não diminua sua dor. Não diminua a dor do outro. Cada pessoa tem um modo de lidar com as própria dor e a mesma dor pode ter pesos diferentes para pessoas diferentes.

***
Eu não gosto de "fazer aniversário", sempre tenho o sentimento de que mais um ano se passou e nada aconteceu, nada mudou... ma suma coisa é certa, no último ano aprendi muito mais do que no ano anterior; no próximo espero aprender mais... E que eu possa levar tudo isso na bagagem. Sempre.

***
Beijos e amassos!!

9 de julho de 2018

RESENHA: The Beauty of Darkness (Crônicas de Amor e Ódio #3)

Editora: DarkSide Books
Autor(a): Mary E. Pearson
Número de páginas: 576

Sinopse: A trilogia Crônicas de Amor e Ódio chega ao fim de maneira arrasadora. A história de Lia inspirou muitos leitores a embarcarem em uma jornada extraordinária repleta de ação, romance, mistérios e autoconhecimento, em um universo deslumbrante criado pela premiada escritora Mary E. Pearson, onde o poder feminino é a força motriz capaz de mudar e fazer toda a diferença no novo mundo em construção.
Lia sobreviveu a Venda, mas não foi a única. Um grande mal pretende destruir o reino de Morrighan, e somente ela pode impedi-lo. Com a guerra no horizonte, Lia não tem escolha a não ser assumir seu papel de Primeira Filha, como uma verdadeira guerreira — e líder. 
Enquanto luta para chegar a Morrighan a tempo de salvar seu povo, ela precisa cuidar do seu coração e seus sentimentos conflituosos em relação a Rafe e as suspeitas contra Kaden, que a tem perseguido. Nesta conclusão de tirar o fôlego, os traidores devem ser aniquilados, sacrifícios precisam ser feitos e conflitos que pareciam insolúveis terão que ser superados enquanto o futuro de todos os reinos está por um fio e nas mãos dessa determinada e inigualável mulher.
Olá gente lindaaaa!
Hoje vim falar sobre o terceiro e último volume da trilogia Crônicas de Amor e Ódio, que recebi da editora DarkSide Books em julho do ano passado, mas só agora consegui ler. E, vocês podem imaginar, bateu aquela satisfação por ter terminado a trilogia, mas, ao mesmo tempo, por tristeza por ter chegado ao fim. Quero saber mais sobre essa mitologia criada pela autora, sobre a profecia, sobre os Antigos, etc. 

ATENÇÃO: trata-se da resenha do terceiro volume, logo é provável que haja spoilers dos volumes anteriores.

Antes de conferirem a resenha, não deixem de ler as resenhas dos volume anteriores da trilogia:
The Kiss os Deception | The Heart of Betrayal

Neste terceiro volume, a saga de Lia e Rafe continua. Após a cena final de "The Heart of Betrayal", segundo volume da trilogia, foi impossível não ficar apreensiva em relação ao que poderia vir a seguir. E é com a mesma apreensão que damos início a "The Beauty of the Darkness", já que Lia está ferida, e juntamente com Rafe e seus quatro soltados, provavelmente estão sendo caçada por "soldados" vendanos. 
Há muito o que se fazer, há muito pelo que passar até que o grupo finalmente chegue Dalbreck. E a medida em que Lia começa a se recuperar, precisa é enfrentar outras batalhas, como o fato de que nem mesmo os soldados de Rafe acreditam em suas palavras ou em seu dom. Mesmo Rafe parece um pouco cético em ralação ao dom de Lia e ao que exército de mais de 100 mil vendados que ela diz ter visto. Além disso, ela sabe que sua cabeça é caçada por seu próprio povo, por cauda das mentiras do Komizar. Ainda assim ela precisa traçar estratégias para salvar o Reino de Morrighan, que está enfestado de traidores. E, acima de tudo, não ficar remoendo o que aconteceu, tudo pelo que passou e suas perdas, para que isso não lhe tire o foco ou a força.

5 de julho de 2018

Na Telinha ou na Telona... #130

Olá gente lindaaa!
A indicação de dorama de hoje é um dos únicos trabalhos da atriz Park Shin Hye (Heartstrings, You're Beautiful, The Heirs, Pinocchio, Doctors) que eu ainda não havia assistido, "Flower Boy Next Door" (Garoto gentil da porta ao lado), também conhecido como "My Flower Boy Neighbor". Esse dorama é de 2013 e foi ao ar de 7 de janeiro a 25 de fevereiro.

Sinopse: Go Dok Mi tem medo de comunicar com as pessoas, ou melhor ela tem pavor só de pensar em se comunicar com elas, por ela, ela viveria em seu apartamento isolada do mundo para todo o sempre. Já Enrique é um garoto comunicativo e o maior gênio no mundo dos vídeogames da atualidade, ele fala literalmente pelos cotovelos! Enrique tem duas nacionalidades - espanhola e coreana - e está de volta a Coréia para rever amigos e dar uma de cupido. Ele se hospeda na casa do seu irmão, Han Tae Joon, que por sinal mora no prédio da frente e o apartamento 402 onde Go Mi Dok mora dá de frente para ele, para falar a verdade ela tem o estranho hábito de espiá-lo todos os dias, até que Enrique a pega no flagra e é aí que começa a história. O que Go Mi Dok fará? Será que ela terá de encarar as pessoas por causa do Enrique? Ou ela simplesmente irá ignorar a todos e se esconderá em sua torre?

ELENCO PRINCIPAL:

- Park Shin Hye como Go Dok Mi (garota que sofre de agorafobia e não sai de casa para quase nada; tem um amor platônico pelo vizinho do prédio em frente ao seu, a quem ela admira de longe, por meio de um binoculo).
- Yoon Shi Yoon como Enrique Geum (criador de jogos online famoso entre os jovens; foi criado na Espanha, mas está de volta à Coréia para rever amigos e divulgar seu trabalho);
- Kim Ji Hoon como Oh Jin Rak (escritor de webtoons; vizinho de porta de Dok Mi há três anos e tem por ela um amor platônico, apensa de nunca terem se falado);
- Go Kyung Pyo como Oh Dong Hoon (ajudante de Jin Rak; ele é "aprendiz", mas na verdade possui um talento maior que o de seu mentor);
- Park Soo Jin como Cha Do Hwi (ex-melhor amiga de Dok Mi que reaparece "misteriosamente" e passa a incomodar a ex-amiga e trazer o passado à tona);
- Kim Jung San como Han Tae Joon (amor platônico de Dok Mi e amigo de Enrique).

Minha opinião: Gostei!
Nossa protagonista, Go Dok Mi, sofre de agorafobia e não consegue ter o mínimo contato com outras pessoas. Ela trabalha como revisora de texto para uma editora, mas faz todo o trabalho em casa e só sai de seu apartamento quando é estritamente necessário.
Ela tem um amor platônico pelo vizinho que mora no prédio em frente ao seu, e acompanha a rotina dele o observando pela janela com o auxílio de um binoculo.
Ela nem ao menos sabe o nome dele, mas conhece praticamente toda sua rotina, o horário que ele acorda para ir trabalhar, o horário que ele volta... enfim, tudo o que ela pode observar de seu apartamento. Toda sua vida se resume a isso e ela não tem grandes ambições. Ela está feliz por ficar em casa e mais feliz ainda por não ter de lidar com outras pessoas. Seu apartamento é todo o seu mundo. No entanto, sua vida vira uma bagunça com o surgimento de Enrique...

2 de julho de 2018

RESENHA: O que o sol faz com as flores

Editora: Planeta
Autor(a): Rupi Kaur
Número de páginas: 256

Sinopse: Da mesma autora de outros jeitos de usar a boca, best-seller com mais de 100 mil exemplares vendidos no Brasil.
O que o sol faz com as flores é uma coletânea de poemas arrebatadores sobre crescimento e cura. ancestralidade e honrar as raízes. expatriação e o amadurecimento até encontrar um lar dentro de você.
Organizado em cinco capítulos e ilustrado por Rupi Kaur, o livro percorre uma extraordinária jornada dividida em murchar, cair, enraizar, crescer, florescer. uma celebração do amor em todas as suas formas.
essa é a receita da vida
minha mãe disse
me abraçando enquanto eu chorava
pense nas flores que você planta
a cada ano no jardim
elas nos ensinam
que as pessoas
também murcham
caem
criam raiz
crescem
para florescer no final'

Olá gente lindaaaa!
Hoje vim falar sobre esse livro incrível, sensível, e sem papas na língua. Confesso que não sou muita de ler poesias (aquele probleminha pra entender poesias, quem tem? hahah), mas algumas poesias realmente pegam a gente de jeito, né?!  E foi exatamente o que aconteceu com boa parte das poesias de "O que o sol faz com as flores". Esse foi meu primeiro contato com a escrita de Rupi Kaur, mas já quero mais, quero ler tudo o que for possível dessa mulher. 

Assim como diz na sinopse, o livro é dividido em cinco partes: murchar, cair, enraizar, crescer e florescer. E as poesias presentes em cada parte falam de assunto relacionados com cada uma dessas fases... não das flores, as da vida. Então assuntos como abuso, relacionamento abusivo, separação, insegurança, relação com o próprio corpo, amor próprio, abandono, dor são tratados nas duas primeiras partes; família, respeito às raízes, etc., são tratados na terceira parte; empoderamento, autoconhecimento, autoaceitação, libertação são tratados na última partes. Essa é ou não é a ordem das coisas?
Para exemplificar melhor cada uma dessas partes, selecionei algumas poesias e trechos de cada uma dessas partes. E, olha, foi difícil escolher minhas favoritas!