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21 de dezembro de 2022

RESENHA: Querido coração

 
Editora: Outro Planeta
Autor(a): Pedro Salomão
Número de páginas: 144

Sinopse: Seria muito bom se pudéssemos nos sentar com nossas emoções ao redor de uma mesa para termos uma conversa franca com cada uma delas. Acho que isso nos ajudaria a compreendê-las e a termos cada vez mais intimidade com aquilo que habita nosso coração.
Se pudéssemos mandar cartas para as nossas emoções, desabafando sobre o que sentimos em relação a elas, esse lugar confuso que é o nosso mundo interno nos seria esclarecido, e a vida seria mais leve.
Este livro se propõe a fazer isso: enviar cartas para nossas emoções doloridas, tão presentes nas fases confusas da vida, a fim de estabelecer um diálogo que possibilite que nos entendamos melhor.
As emoções não têm olhos para ler as cartas, nem têm mãos para apanhá-las, mas elas receberão a mensagem de cada carta por meio de seus olhos e suas mãos. A sua imaginação fará o papel de carteiro e entregará as cartas para cada uma de suas emoções.
À medida que você as lê, suas memórias começarão a se mexer de lugar: esse é o poder que a literatura tem de ressignificar as palavras que estão dentro de nós.
Entregue as cartas em mãos, por favor.

Olá gente lindaaaa!!
Olhem só que leu mais um livro. será que a Amanda leitora está de volta? Torçamos para que sim!

Hoje vou falar um pouco sobre "Querido Coração", do autor Pedro Salomão. este foi o quarto livro que li do autor, embora não tenha sido o meu favorito. Ao contrário dos três anterior, respectivamente "Tenho sérios poemas mentais", "Se você me entende, por favor me explica" e "Eu mesmo sofro, eu mesmo me dou colo", todos publicados pela Editora Planeta, "Querido Coração" não é um livro de poemas. Trata-se, como diz na própria capa (e eu ignorei completamente essa informação quando comprei o livro), de cartas destinadas a diversos sentimentos e emoções doloridas.
Em resumo, o livro é como uma "autoterapia" do autor, acredito eu. Ele escreve (em primeira pessoa) cartas em que faz as pazes, pede desculpas... reconecta-se com suas emoções, tais como medo, ansiedade, insegurança, autocobrança, rejeição, solidão, amor próprio, etc. 

"Quero um amor de dia, semana, mês e ano. Quero conversa, entrega e confiança. Quero planos, sonhos e histórias."
- querida vida adulta (página 29)
"a sabedoria percebe a solidão, mas não se permite definir por ela.
Relação requer decisão."

- querida solidão (página 51)
"Nada veio para ficar, e conseguir aproveitar o tempo que nos é dado é uma dádiva." 
- querida impermanência (página 61)

Embora eu tenha me identificado com algumas dessas cartas, achei outras bastante clichês. Talvez eu estivesse com muitas expectativas por ter gostado muito dos livros de poemas, talvez eu não tenha, afinal, me identificado com o gênero desses textos... São muitas as possíveis razões, mas o fato é que, pela primeira vez, não fui totalmente convencida e arrebatada pela escrita de Salomão. Faz parte, né? 

Mas, sempre acredito que cada livro toca cada pessoa de um jeito diferente, então vale a pena ler e ver como essas cartas vão conversar com você.

Classificação:

***
Espero que gostem!!

Beijos e amassos!

17 de janeiro de 2022

RESENHA: Perfeitamente Inadequado

Editora: Planeta
Autor(a): Thays Lessa
Número de páginas: 208
Sinopse: Quando a mudança começa de dentro, o de fora também jamais será o mesmo INADEQUADA era a palavra que mais me descrevia. Desde muito cedo eu lutei contra a ideia do não pertencimento, de que eu não era suficiente, ou que eu tivesse vindo com defeito.
Usei várias "armas" para tentar lidar com esse sentimento. Muitas vezes corri para o distúrbio alimentar ou para as máscaras de camuflagem. Ninguém podia perceber que eu não era o que pensavam. Eu era a Thays, e por algum motivo eu achava isso um verdadeiro insulto.
Nesta longa (e acredito que quase eterna jornada), descobri na vulnerabilidade as ferramentas que me libertaram do medo da autenticidade e que me fizeram abraçar não só a mim, mas os inúmeros inadequados que existiam ao meu redor. Eu convido você a embarcar nessa viagem. Do outro lado do muro da insegurança existe um lugar novo para você: ser quem é!
Este livro é pra você que já sentiu que não pertencia a lugar algum. Pra você que por muitos dias e muitas noites rejeitou a própria essência por achar que não era suficiente. Pra você que foi calado pela comparação. Que foi rejeitado. Que já usou máscaras para camuflar sua identidade. Pra você que foi perfeitamente criado – da forma mais inadequada possível!

Olá gente lindaaaa!
A resenha de hoje (e, pasmem, a frequência das resenhas está aumentando. Glória a Deuxxx!) é de um livro simples, leve e, ao mesmo tempo, super necessário: "Perfeitamente Inadequado", de Thays Lessa. Conheci a Thays em 2019, por meio de um vídeo sobre as cinco linguagens do amor, postado em seu canal. Depois disso, assisti alguns vídeos com temas que julguei relevantes para mim. Lembro-me de ter achado interessante alguém tão jovem abordar temas tão necessários, tais como autocuidado, autenticidade, amor próprio, etc. 

Quanto ao livro, confesso que comprei esperando algo completamente diferente (poesia, talvez?), mas encontrei um livro leve, cheio de frases motivacionais e lembretes importantes, além de textos em que a autora explora suas próprias vivências e questões, as lutas e conflitos que teve ao longo da vida, como um percurso de autoconhecimento, digamos assim. 

"Se você pensa que ao se comparar você se coloca em um lugar de competição contra todos, está enganado, porque é uma competição contra a sua própria essência." (página 22)

27 de dezembro de 2021

RESENHA: O dilema do porco-espinho

Editora: Planeta
Autor(a): Leandro Karnal
Número de páginas: 192
Sinopse: O poeta Vinicius de Moraes cantava 'que é melhor se sofrer junto, que viver feliz sozinho”. Será? O historiador Leandro Karnal, um dos intelectuais brasileiros que, através de seus livros, palestras e vídeos, nos ajuda a pensar o mundo contemporâneo, discute uma questão presente na vida de todos: a solidão.
A partir de referências de filósofos e da própria Bíblia, de fatos históricos e de romances, ele faz uma reflexão sobre a natureza de viver só - por pouco ou muito tempo, estando ou não acompanhado. Apresenta como a solidão é encarada no cinema, na literatura, na música, nas artes. Mostra que ela pode ser iluminadora e como Deus se revela aos solitários. O mesmo Deus que, segundo Gêneses, teria dito: “Não é bom que o homem esteja só; farei para ele alguém que o auxilie e corresponda.” E expõe como se desenvolveu a tradição judaico-cristã da solidão.
Em O dilema do porco-espinho, Karnal viaja pela modernidade líquida e analisa a solidão no mundo virtual e o isolamento. Discute dos amigos imaginários criados pelas crianças aos pensamentos de alguns filósofos, como Aristóteles, que dizia que a solidão criava deuses e bestas. Como a solidão é um tema que sempre o acompanhou e, segundo revela o próprio Karnal, tem crescido na maturidade, o autor escreve este livro como um ensaio pessoal. Ao dividir suas meditações, o autor convida o leitor, durante o ato da leitura, a deixar a solidão de lado e compartilhar seus pensamentos também.

Olá gente lindaaaa!
Como eu tenho dito nas últimas postagens aqui do blog: quem é vivo, sempre aparece! E hoje eu "apareci" para fechar o ano com chave de ouro, trazendo a resenha de "O dilema do porco-espinho: como encarar a solidão", de Leandro Karnal, que me fez refletir sobre tantas coisas... 
Foram poucos livros lidos este ano, e menos ainda resenhados. Achei pertinente, então, que "O dilema do porco-espinho" fosse logo a última leitura (e resenha) do ano, já que trata de um assunto que faz (fez e/ou fará) parte da vida de todos nós, de um modo ou de outro.

31 de maio de 2021

RESENHA: Transformando garotas em monstros

Editora: Planeta
Autor(a): Amanda Lovelace
Número de páginas: 192

Sinopse: O novo livro de Amanda Lovelace, autora da série As mulheres tem uma espécie de magia
O que acontece quando o homem dos seus sonhos acaba sendo um pesadelo com dentes e garras afiadas?
Vencedora do Goodreads Choice Award de 2016 na categoria Melhor Poesia, Amanda Lovelace apresenta sua nova duologia ilustrada, Coisas que assombram. Nesta primeira parte, Transformando garotas em monstros, Lovelace explora a memória de estar em um relacionamento abusivo. Ela levanta a eterna pergunta: você pode se curar depois de ter sido marcada por um monstro ou sempre sentirá dor?


Olá gente lindaaa!!
Há duas semanas falei pra vocês sobre minhas impressões do livro "a voz da sereia volta neste livro", de Amanda Lovelace. Pois bem, hoje venho falar de mais um livro da autora: "Transformando garotas em monstro", primeiro volume da duologia "Coisas que assombram". Assim como os demais livros de Lovelace, o livro é dividido em partes: menino-monstro, menina-monstro e coração-solar.
Antes de ser publicado no formato físico por uma editora convencional, o livro foi postado na plataforma colaborativa de autopublicação Wattpad (que, inclusive, foi meu objeto de pesquisa na dissertação), com um título diferente "a poesia não vai torná-lo imortal". Ao que parece, as poesias reunidas neste livro foram inspiradas por um relacionamento da autora e pelas experiências e traumas decorrentes dele, o que explica o título original e a tentativa de não deixar o ex-parceiro com a bola muito cheia, né?! Mas, é aquele ditado , enquanto ele tá se achando, ela tá faturando. Acho é pouco! haha
Dentre os livros da autora que eu li, este foi o que eu menos gostei, com o qual eu menos me conectei, sabe? De algum modo, as poesias, em sua maioria, não falaram comigo, não me tocaram tanto quando as dos demais livros.
Embora a escrita da autora continue sento inteligente, certeira, ácida... não me identifiquei com a maioria das poesias, e, se pensar bem no tema e no conteúdo delas (relacionamento tóxico), pode ser uma bênção eu não ter me identificado. Mas no final, na terceira e última parte do livro, as poesias começam a ganhar um tom de esperança, fazendo referência a uma pessoa que chegou, sem pretensão, e além de curá-la de suas dores, também viu nela uma oportunidade de cura. Um final feliz, talvez? Em se tratando de Amanda Lovelace, nunca se sabe. 

Abaixo, como de costume, listo minhas poesias favoritas de cada parte do livro:

17 de maio de 2021

RESENHA: A voz da sereia volta neste livro (As mulheres têm uma espécie de magia #3)

Editora: Planeta
Autor(a): Amanda Lovelace
Número de páginas: 208

Sinopse: A sereia é conhecida por seu canto misterioso capaz de atrair marinheiros curiosos para a sua morte. No entanto, por trás desses mitos equivocados estão contos de escapismo e cura que Lovelace tece ao longo desta poderosa coletânea de poemas. Eles tentaram silenciá-la de uma vez por todas, mas a voz da sereia volta neste livro.
A voz da sereia volta neste livro é o terceiro e último volume da série as mulheres têm uma espécie de magia, da autora best-seller Amanda Lovelace. O livro conta com prefácio da escritora neozelandesa Lang Leav e treze poemas de autoras que representam as principais vozes contemporâneas da poesia, como Nikita Gill e KY Robinson.

Olá gente lindaaaa!
Como vocês estão, seus lindos?
Bem, quem acompanha o blog sabe que nos últimos anos eu não tenho estado muito presente, que as postagens não são tão frequentes por diversas razões diferentes (estudos, vida adulta, etc...). Então, acho que não causará muita estranheza se eu disser que hoje vim falar de um livro que li em novembro de 2019. Pois é, enrolei, enrolei, mas a resenha saiu. Tico e Teco que lutem pra lembrar da leitura!

"a voz da sereia volta neste livro", de Amanda Lovelace, é o terceiro e último livro da série "As mulheres têm uma espécie de magia" e, segundo minha opinião de leitora, um belo encerramento. Assim como os livros anteriores, o volume é dividido em quatro partes: o céu, o naufrágio, o canto, a sobrevivente.
Apesar de não ser o meu volume favorito da série, trata-se de um livro importante, relevante e inspirador. A autora, que nos volume anteriores da série, respectivamente "a princesa salva a si mesma neste livro" e "a bruxa não vai para a fogueira neste livro", tentou resumir sua histórias, suas vivências e suas feridas em poesias, finaliza a coletânea falando da coragem necessária para se desnudar, para dar voz aos traumas, medos e dores vividos em relações tóxicas e abusivas. Cita, ainda, como fonte de parte dessa coragem, o movimento #metoo, iniciado com a Tarana Burke, e revela: "talvez eu nunca esteja pronta para dizer o nome daqueles que me feriram, mas poder contar essas histórias tira um peso das minhas costas".

21 de fevereiro de 2021

RESENHA: meu corpo minha casa

Editora: Planeta
Autor(a): Rupi Kaur
Número de páginas: 192

Sinopse: A terceira coletânea de poesias de Rupi Kaur, maior fenômeno da poesia mundial nos últimos anos. Um dos temas mais frequentes na obra de Rupi Kaur é a importância que há em crescer e estar sempre em movimento. Em Meu corpo minha casa, ela leva leitoras e leitores a uma jornada de reflexão através da intimidade e dos sentimentos mais fortes, visitando o passado, o presente e o potencial que existe em nós. Os poemas dessa coletânea, ilustrada pela autora, inspiram uma conversa interna em cada um, lembrando que precisamos nos preencher de amor, de aceitação e de confiança em nossas relações familiares e de comunidade. E, sempre precisamos estar de braços abertos para as mudanças em nossas vidas.

Olá gente lindaaaaa!

Será que este ano teremos uma Amanda mais ativa por aqui? (se é que postar uma resenha por mês seja "ser ativa").
Que eu não leio mais como antes não é novidade para ninguém, e essa é razão por eu não me dedicar tanto ao blog (e este é um belo de um eufemismo), mas os livros da Rupi Kaur tem o poder de me reconectar com a leitura e me ajudam a relembrar os velhos tempos, quando eu pegava um livro para ler um capítulo e devorava.
"meu corpo minha casa" é o mais novo lançamento da autora, e antes dele vieram "outros jeitos de usar a boca" e "o que o sol faz com as flores". Assim como as coletâneas anteriores, o livro é dividido em partes, quatro para ser mais precisa: mente, coração, repouso e despertar.
Assim como nos livros anteriores, Rupi Kaur fala de forma sincera e crua sobre a dor de ser mulher, sobre nossas dores diárias em uma sociedade que nos aponta o dedo e nos faz sentir culpadas simplesmente por sermos o que/quem somos: mulheres. A autora nos abre os olhos para o fato de que a sociedade tenta nos diminuir porque, na verdade, teme o nosso poder.

2 de abril de 2020

RESENHA: O Profeta

Editora: Planeta
Autor(a): Khalil Gibran
Número de páginas: 144

Sinopse: O clássico que já encantou mais de 100 milhões de leitores no mundo. Obra mais famosa de ficção espiritual do século XX, O profeta está enraizado na própria experiência de Khalil Gibran como um imigrante e serve de inspiração para qualquer um que se sinta a deriva em um mundo em fluxo.
O profeta Almustafa está prestes a embarcar em um navio para viajar de volta à sua terra natal depois de doze anos no exílio quando é parado por um grupo que pede a ele que compartilhe sua sabedoria antes de partir. Em vinte e oito ensaios poéticos, ele oferece insights profundos e  atemporais sobre aspectos da vida como amor, dor, amizade, família, beleza, religião, alegria, tristeza e morte.
Sucesso imediato quando publicado pela primeira vez em 1923, O profeta é um clássico moderno, tendo sido traduzido para mais de quarenta idiomas. A mensagem que transmite continua a tocar corações através das gerações. Esta edição é ilustrada com doze das famosas pinturas visionárias de Gibran e conta com um prefácio de Rupi Kaur.

Olá gente lindaaaa!
Hoje trouxe mais uma indicação de livro para vocês, e mais uma vez se trata de um livro pelo qual eu poderia nem me interessar tempos atrás. Mas a vida é assim... a gente vai ficando mais velho e se interessando cada vez mais por livros que nos façam refletir, pensar em aspectos abstratos da nossa vida que são tão indispensáveis. E "O Profeta" é um livro tão atual, tão certeiro e tão pertinente no momento que estamos vivendo, que resolvi compartilhar minhas impressões. Embora eu tenha finalizado a leitura no final de fevereiro, antes da pandemia, da quarentena (e da saudade...), hoje vejo que muito do que li nas poucas páginas dessa edição é útil para nos fazer pensar e analisar o modo como temos vivido, o modo como temos dado valor (ou não) a tudo de essencial que nos rodeia. Acho que hoje, em isolamento social, sentindo medo e/ou preocupação por aqueles que amamos, essas coisas deixaram de ser vistas e tratadas de modo tão leviano e banal, né?! Nossa atual realidade fez com que voltássemos a olhar para dentro e, ao mesmo tempo, olhar para o outro.

Confesso que comprei o livro unica e exclusivamente por apresentar um prefácio de Rupi Kaur (O que o sol faz com as flores, Outros jeitos de usar a boca). E que bela surpresa foi me deparar com textos tão curtos capazes de dizer tanto, de fazer refletir tanto... exatamente como Kaur afirmou que aconteceria:
"Este livro não é recomendado só para quem ama poesia. É para qualquer pessoa que se pergunte qual é o sentido disso que chamamos de 'vida'." (página 11)

18 de fevereiro de 2019

RESENHA: Outros jeitos de usar a boca

Editora: Planeta
Autor(a): Rupi Kaur
Número de páginas: 208

Sinopse: 'outros jeitos de usar a boca' é um livro de poemas sobre a sobrevivência. Sobre a experiência de violência, o abuso, o amor, a perda e a feminilidade. O volume é dividido em quatro partes, e cada uma delas serve a um propósito diferente. Lida com um tipo diferente de dor. Cura uma mágoa diferente. Outros jeitos de usar a boca transporta o leitor por uma jornada pelos momentos mais amargos da vida e encontra uma maneira de tirar delicadeza deles. Publicado inicialmente de forma independente por Rupi Kaur, poeta, artista plástica e performer canadense nascida na Índia – e que também assina as ilustrações presentes neste volume –, o livro se tornou o maior fenômeno do gênero nos últimos anos nos Estados Unidos, com mais de 1 milhão de exemplares vendidos.

Olá gente lindaaaa!
Após conhecer a escrita sensível e certeira de Rupi Kaur em "O que o sol faz com as flores" fiquei louca para ler mais coisas da autora. E cá estou, trazendo a resenha de mais um livro de poemas que são afiados e letais como flechas envenenadas. 
O livro é dividido em quatro partes, respectivamente a dor, o amor, a ruptura e a cura, abordando temas como abuso infantil, estupro, assédio, machismo, entre outros igualmente sérios, incômodos... e necessários.
Mais uma vez, não sei muito bem como resenhar esse livro sem apresentar alguns dos meus poemas favoritos para que vocês tirem suas próprias conclusões. Confiram abaixo algumas quotes de cada uma das quatro partes do livro.

2 de fevereiro de 2019

Na Minha Caixa de Correio #161

Olá seus lindos!!!
Faz um tempo que não mostro minhas novas aquisições literárias, né?! Mas na última semana comprei alguns livros e decidi dividir com vocês. Confiram!

- Jane Eyre - Charlotte Brontë (Editora Zahar)
536 páginas (amarelas - hardcover).
Esta será nossa leitura na próxima edição da #LeituraColetiva, que ocorrerá no início de março. Fiquem ligados!
Nem preciso dizer que estou apaixonada por essa edição, né?! A Zahar não decepciona! <3

2 de julho de 2018

RESENHA: O que o sol faz com as flores

Editora: Planeta
Autor(a): Rupi Kaur
Número de páginas: 256

Sinopse: Da mesma autora de outros jeitos de usar a boca, best-seller com mais de 100 mil exemplares vendidos no Brasil.
O que o sol faz com as flores é uma coletânea de poemas arrebatadores sobre crescimento e cura. ancestralidade e honrar as raízes. expatriação e o amadurecimento até encontrar um lar dentro de você.
Organizado em cinco capítulos e ilustrado por Rupi Kaur, o livro percorre uma extraordinária jornada dividida em murchar, cair, enraizar, crescer, florescer. uma celebração do amor em todas as suas formas.
essa é a receita da vida
minha mãe disse
me abraçando enquanto eu chorava
pense nas flores que você planta
a cada ano no jardim
elas nos ensinam
que as pessoas
também murcham
caem
criam raiz
crescem
para florescer no final'

Olá gente lindaaaa!
Hoje vim falar sobre esse livro incrível, sensível, e sem papas na língua. Confesso que não sou muita de ler poesias (aquele probleminha pra entender poesias, quem tem? hahah), mas algumas poesias realmente pegam a gente de jeito, né?!  E foi exatamente o que aconteceu com boa parte das poesias de "O que o sol faz com as flores". Esse foi meu primeiro contato com a escrita de Rupi Kaur, mas já quero mais, quero ler tudo o que for possível dessa mulher. 

Assim como diz na sinopse, o livro é dividido em cinco partes: murchar, cair, enraizar, crescer e florescer. E as poesias presentes em cada parte falam de assunto relacionados com cada uma dessas fases... não das flores, as da vida. Então assuntos como abuso, relacionamento abusivo, separação, insegurança, relação com o próprio corpo, amor próprio, abandono, dor são tratados nas duas primeiras partes; família, respeito às raízes, etc., são tratados na terceira parte; empoderamento, autoconhecimento, autoaceitação, libertação são tratados na última partes. Essa é ou não é a ordem das coisas?
Para exemplificar melhor cada uma dessas partes, selecionei algumas poesias e trechos de cada uma dessas partes. E, olha, foi difícil escolher minhas favoritas!

30 de junho de 2018

Na Minha Caixa de Correio!! #158

Olá gente lindaaaa!
Faz um tempinho que não compro ou recebo livros, mas esse mês, além de receber a versão física (e maravilhosa) de "Senhorita Aurora", também acabei comprando dois livros. Confiram!

PARCERIA:

- Senhorita Aurora - Babi A. Sette (Verus Editora)
342 páginas (amarelas).
Vocês nem imaginam minha felicidade ao ter esse livro em mãos, no formato físico. Li e resenhei o ebook em 2016, mas vocês sabem que adoro um livro impresso, né?! Li, reli e amei como se estivesse lendo pela primeira vez. Confiram a resenha!

24 de setembro de 2016

Na Minha Caixa de Correio!! #140

Olá gente lindaaaa!!
Na última semana eu troquei alguns livros em um sebo e fiz algumas troquinhas. Tudo bem que saí no prejuízo, já que levei ins nove livros e  saí de lá com apenas dois, mas.... confiram minhas aquisições. ;)

- Feitiço da Sombra (Primos O'Dwyer #2) - Nora Roberts (Editora Arqueiro)
288 páginas (amarelas)


- Destino La Templanza - María Dueñas (Editora Planeta)
480 páginas (amarelas - hardcover).


VISÃO GERAL:


***
Beijos e amassos!!