Olá gente lindaaaa!!!
Hoje vim falar sobre um dorama que deu o que falar, "The Bride of the Water God", também conhecida como "The Bride of Habaek" (A noiva do deus da água). Além de ter batido o record de dorama com menor audiência dos últimos tempos, também gerou uma série de reclamações em relação à falta de química entre os protagonistas.
“The Bride of the Water God” é uma série sul-coreana baseada em uma manhwa (de mesmo nome) que foi ao ar de 3 de julho a 22 de agosto de 2017.
“The Bride of the Water God” é uma série sul-coreana baseada em uma manhwa (de mesmo nome) que foi ao ar de 3 de julho a 22 de agosto de 2017.
ELENCO PRINCIPAL:Sinopse: O que você faria se tivesse que dar continuidade a uma estranha tradição familiar?Yoon So Ah (Shin Se Kyung) é uma neuropsiquiatra pragmática, que luta para manter seu próprio consultório. Sua família recebeu a missão de servir Ha Baek (Nam Joo Hyuk), um deus da água encarnado, já há várias gerações. E agora, é a vez de So Ah dar continuidade ao legado da família. Ha Baek se apaixona por So Ah, mas precisará competir pelo coração da moça com Hoo Ye (Im Joo Hwan), o presidente de uma companhia de resorts que disputa um pedaço de terra com So Ah, mas acaba se apaixonando por ela.Moo Ra (Krystal Jung) é uma deusa do Reino da Água que vive na Terra há centenas de anos. Moo Ra é atriz e ama Ha Baek, e não ficou nada satisfeita com a ideia de perdê-lo para So Ah. Enquanto isso, Bi Ryum (Gong Myung) é um deus do vento que sempre teve um amor não correspondido por Moo Ra, mesmo sabendo dos sentimentos dela por Ha Baek.Pode um relacionamento entre uma mulher humana e um deus ter algum futuro?
- Nam Joo Hyuk como Habaek (o deus da Água que está destinado a ser o Rei do Reino da Água e Imperador do reino dos Deuses; ao vir para a Terra cumprir uma missão, ele perde seus poderes e "se torna" um humano normal);
- Shin Se Kyung como So Ah (uma neuropsiquiatra que tem seu próprio consultório mas está passando por dificuldades e tem uma montanha de dívidas; seu sonho é ir embora para Vanuatu (um país na Oceania);
- Gong Myung como Bi Ryum (um deus do vento que é apaixonado por Moo Ra apesar de saber que ela ama Habaek; foi colega de faculdade de So Ah, embora ela não soubesse sua real identidade);
- Krystal como Moo Ra (uma deusa da água que vive entre os humanos há cem anos; por sua beleza, se torna uma atriz famosa; tem uma amor unilateral por Habaek);
- Lim Ju Hwan como Hoo Ye (um semi-deus que vive como um ser humano normal; é o CEO de um resort e principal rival dos deuses. Acaba se apaixonando por So Ah).
Minha opinião: Adorei!
Comecemos pelo começo: esse dorama é baseado em um manhwa (mangá coreano) que tem muitos fãs espalhados pelo mundo, mas eu não tive contato com a história original, de modo que minha opinião pode (com certeza!) divergir bastante da opinião de pessoas que conferiram as duas versões (original e adaptação) e fizeram suas comparações.
Habaek é o deus do Reino da Água e vive o Reino Divino, mas é enviado á Terra com a missão de as pedras dos deuses que estão guardadas com deuses guardiões. Sim, eu sei.... pura viagem!Habaek está destinado a ser o imperador do Reino Divido, por isso após o cumprimento da missão ele deve voltar e assumir o trono. Parece bem simples, mas...
Ao chegar na Terra, especificamente em Seoul, além de perder as coordenadas que o levaria diretamente até os deuses guardiões, ele também perde a insígnia que o Sumo Sacerdote de deu, que serviria para chamar o criado dos deuses: um humano descendente de alguém que jurou sua lealdade (e de todos os seus descendentes) aos deuses. Por conta disso, sua estadia acaba se prolongando, já que encontrar esses deuses guardiões será como encontrar uma agulha no palheiro.
Habeak é arrogante e narcisista e não tem qualquer interesse nos humanos ou no mundo humano, mas tem de lidar com o fato de ter perdido seus poderes ao chegar à Terra, de modo que agora tem todas as limitações de um ser humano normal. A questão é: ele é um deus e está em um lugar em que nunca esteve, onde as pessoas agem de determinada maneira e onde ele não é referenciado e adorado... ai, ai...





