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2 de agosto de 2017

Primeiras Impressões: "Não me esqueças", de Babi A. Sette!

Olá gente lindaaa!
Hoje é um dia muuuuuuito especial, pois vim dividir com você minhas primeiras impressões sobre "Não me esqueças", da querida Babi A. Sette. Quem acompanha o blog sabe que eu sou APAIXONADA pela escrita da Babi e sempre surto com os lançamentos da autora. Pois bem, o livro está na pré-venda e é o primeiro livro da autora a ser lançado pela Verus Editora. Apesar de ainda não ter adquirido o meu exemplar (e quero autografado, porque sou dessas!), mas tive o prazer de ler o primeiro episódio e vocês conferem o que eu achei logo abaixo.

Sinopse: Em um cenário de contos de fadas, Babi A. Sette convida o leitor a mergulhar em um mundo novo, repleto do encantamento que somente um amor de almas gêmeas pode realizar.
Aos vinte e um anos, Lizzie deveria estar empenhada em fisgar um noivo e finalmente se casar. Entretanto, após uma decepção amorosa, o coração da jovem só palpita por sua grande paixão — os estudos sobre o povo e a cultura celtas. Esse interesse faz com que ela troque os concorridos salões de baile de Londres pelas estradas desertas e sinuosas das Highlands escocesas. 
Ali, ela conhecerá Gareth, o enigmático líder do clã que vive no local mais remoto e bucólico da Escócia. Envolto em uma aura de mistério, ele luta para manter suas tradições, seus segredos e, principalmente, seu povo em segurança.
Enquanto o austero Gareth tem a vida toda sob controle e resiste a mudanças, Lizzie está muito entusiasmada com suas explorações e descobertas. Porém a vida de ambos é alterada de maneira inexorável quando uma fatalidade transforma a tão sonhada aventura de Lizzie em pesadelo.
Vindos de mundos tão diferentes, mas unidos por uma atração irresistível, Lizzie e Gareth vivem uma paixão proibida e desafiadora, sem saber que finalmente poderão encontrar aquilo que só ousavam buscar em sonhos.
Tendo tido acesso apenas ao prólogo e ao primeiro capítulo, admito que não há muito que eu possa contar sobre a histórias. Só posso começar essa resenha dizendo que terminei o prólogo arrepiada, pois adoro histórias que possam envolver vidas passadas, destino, sonhos, reencontro... e apesar de nada todas as milhares de teorias estarem apenas na minha cabeça, acredito que eu vá encontrar um desses ingredientes ao longo da trama. 
"Ela se apaixonara pela cultura celta havia seis anos e descobrira nas tradições daquele povo uma maneira mais simples de apreciar a vida. A curiosidade despertada pelo conho com o highlander ampliara seus interesses, fazendo com que ela estudasse também os povos da Escócia pós-celtica." (página 15)
Lizzie tem o mesmo sonho desde que se entende por gente, sempre sonha com um lobo de olhos amarelos e, a partir de determinado momento, passa a sonhar com um misterioso homem usando roupas celtas, com certeza em consequência de sua obsessão pela cultura celta, tão diferente da aristocracia e nobreza inglesas. E foi por meio desse pequeno e interessante detalhe que eu percebi (e Deus queira que eu esteja certa) que muito além de um romance de época, "Não me Esqueças" tem um tiquinho de fantasia, envolvendo almas gêmeas que se reencontram em sonhos e, depois, pessoalmente. A-D-O-RO!
Quanto ao primeiro capitulo, em pouca páginas eu sorri ao conhecer a prole do meu casal queridinho de "A Promessa da Rosa" - Arthur e Kathelyn -, e perceber o quão pouco convencionais eles parecem ser, mas, por outro lado, terminei com o coração partido pela desilusão de Lizzie.
"- Minha filha... se há algo que a vida me ensinou é que nós não podemos nos culpar pelos atos dos outros, mas podemos escolher como reagir diante daquilo que nos acontece. Quase nunca é uma escolha fácil, mas sempre é corajosa." (página 25)
Só posso dizer que tenho grandes expectativas em relação ao que vem a seguir (mal posso esperar para conhecer nosso escocês - quem nem conheço, mas já considero pacas)! Ah, e já deixo o apelo: quero um romance para cada filho do duque e duquesa de Belmont, em especial Arthur Steve, que nas poucas cenas em que apareceu nesse primeiro capítulo, já me conquistou e me fez desejar a ele um final mais do que feliz.

Espero voltar em breve com a resenha completa do livro! 

***
Beijos e amassos!!

24 de julho de 2017

Primeiras Impressões: "Hoje eu sou Alice", de Alice Jamieson

Olá gente lindaaaa!!
Hoje venho dividir com você minhas primeiras impressões sobre o livro "Hoje eu sou Alice", que conta a dura história de Alice, uma mulher que, aos 24 anos, foi diagnosticada com transtorno de personalidade múltipla e nos conta, em primeira pessoa, o que causou esse transtorno. Ela não mede palavras e não usa metáforas, conta as coisas como elas realmente são, sem medo de chocar o leitor ou causar qualquer desconforto.

"Naquele dia ela era Alice, mas já havia sido Billy, Samuel, Shirley..."

Sinopse: Em 'Hoje eu sou Alice' a autora relata a jornada de uma vítima de transtorno de múltipla personalidade, que precisou lutar contra a anorexia, o álcool e contra nove personalidades alternativas que emergiram após ficarem adormecidas diante de uma infância cruel. Sem controle, Alice entregou-se a elas - e sua vida passou a ser um caleidoscópio de acontecimentos e revelações. Este é o relato sobre uma doença e sobre a história de uma mulher que decidiu lutar contra a realidade e a imaginação.

Até o momento eu li apenas 150 páginas, metade do livro. Ontem, domingo (23/07), eu pretendi ler a metade restante e trazer uma resenha completa pra vocês hoje, mas... "Hoje eu sou Alice" não é um livro para ser devorado. Apesar da linguagem simples e clara, as situações relatadas causam desconforto (para dizer o mínimo) do começo ao fim.
Sabe quando lemos "senti a bile subindo" ou algo parecido com isso em alguns livros? Bem, sempre achei essa frase tão clichê quanto "soltei o ar, sem perceber que o estava prendendo". No entanto, com "Hoje eu sou Alice", senti na pele: eu realmente senti a bile subir - várias vezes - e precisei interromper a leitura.

16 de setembro de 2016

Primeiras Impressões: "Senhorita Aurora", de Babi A. Sette!!

Olá gente lindaaaa!
Como eu divulguei aqui no blog na semana passada, a autora Babi A. Sette está lançando o livro "Senhorita Aurora" na Amazon e, eu tive a chance de conferir os primeiros cinco capítulo e venho, hoje, dividir com vocês as minhas primeiras impressões sobre a história. Confiram!

Sinopse: Nicole é uma jovem bailarina brasileira e está prestes a realizar seu sonho: Estrear no papel principal em uma peça na Companhia de Ballet de Londres. Tudo estaria perfeito se não fosse pela presença de um dos seus diretores: o temido Sr. Daniel Hunter. Um maestro prodígio de temperamento difícil, com um humor sombrio e que desperta em Nicole sentimentos contraditórios.
Porém, quando uma tempestade de neve os isolam em uma mansão centenária, eles terão que encarar de frente não apenas os segredos que atormentam Daniel, como uma paixão proibida que nasce entre os dois. 
Uma história sobre recomeços e superação. Um romance intenso, tocante e perturbador que mostra que até mesmo alguém com a fama de monstro pode ter sua vida transformada pelo o amor.
Para ser sincera, eu nem sei muito bem o que dizer sobre essa amostrinha do livro, além do fato de que EU PRECISO LER O RESTO O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL!
Apenas com base em 30 páginas é difícil falar muito da história, mas já deu para ficar curiosa em relação aos personagens.

Nicole é uma bailarina que mal acredita que seu sonho de fazer parte da Companhia de Ballet de Londres e, muito menos, estrear no papel principal, como Aurora, de "A Bela Adormecida". Por outro lado, o maestro Daniel Hunter, conhecido por ser mal-humorado, rabugento e ter a fama de "ermitão" a deixa nervosa, com as mãos transpirando e as pernas moles. Ela não sabe explicar, mas ele lhe causa uma estranha sensação de reconhecimento.

25 de julho de 2016

Primeiras Impressões: "O Ano em que te Conheci", de Cecelia Ahern

Olá gente lindaaa!!
Recentemente recebi da  Editora Novo Conceito os cinco primeiros capítulos do livro "O Ano em que te Conheci", da autora DIVA Cecelia Ahern e logo pensei na Ana (nossa resenhista linda), que assim como eu, é apaixonada pela escrita de Ahern. Hoje eu trago para vocês as primeiras impressões que a Ana  teve do livro. Confiram:

Sinopse: Bem-vindos ao mundo imperfeito de Jasmine e Matt. Vizinhos, eles não têm o menor interesse em tornarem-se amigos e nunca haviam se falado antes. Estavam sempre ocupados demais com suas carreiras para manter qualquer tipo de contato. Jasmine, mesmo sem nunca tê-lo encontrado, tem motivos para não suportar Matt. Ambos estão em uma licença forçada do trabalho e sofrendo com seus dramas familiares. Eles precisam de ajuda. Na véspera de Ano-Novo, os olhares de Jasmine e Matt se encontram de forma inusitada pela primeira vez. Eles têm muito tempo livre e precisam rever seus conceitos para poder seguir em frente. Conforme as estações do ano passam, uma amizade improvável lentamente começa a florescer. Uma história dramática, original e divertida como só Cecelia Ahern é capaz de escrever.

Neste novo livro da autora Cecelia Ahern, “O ano em que te conheci”, somos apresentados à vida de Jasmine (como a flor Jasmim). Logo nos primeiros capítulos percebemos que a personagem está passando por uma fase muito conturbada de sua vida: é véspera de ano-novo e Jasmine acaba de ser demitida; se sente sozinha e entediada por não conseguir preencher seus dias.
"Parece uma sentença de prisão. Doze meses de licença. É uma sentença mesmo. Eu sinto como se estivesse acumulando poeria em uma prateleira enquanto o mundo continua rodando ao meu redor e não há nada que eu possa fazer para impedi-lo ou me juntar a ele.” (página 47)
É no meio desta confusão que somos brevemente apresentados ao vizinho de Jasmine, Matt, um sujeito que aparentemente também está enfrentando um período difícil envolvendo um forte escândalo, o que prejudica sua estrutura familiar. Fica evidente logo no início que Jasmine não gosta de Matt devido a um incidente um tanto quanto preconceituoso ocorrido anos atrás. Apesar de não se conhecerem pessoalmente é possível prever que ambos terão algum contato e o que se espera, lendo apenas os 5 primeiros capítulos, é que tanto Jasmine quanto Matt consigam “consertar” toda a confusão que o cercam, um ajudando o outro neste caminho. Deu vontade de ler o resto e descobrir o final da história!


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Beijos e amassos!!!


21 de dezembro de 2015

Primeiras Impressões: "O Livro das Mil e Uma Noites", tradução de Mamede Mustafa Jarouche

Olá gente lindaaaa!!
A postagem de hoje é para falar sobre o "Livro das Mil e Uma Noites" e minha saga de leitura. Eu digo "saga" porque apesar de estar achando tudo muito interessante, estou tentando concluir a leitura há meses e, no entanto, nem cheguei na página 200 ainda.
Claro que diversos fatores contribuíram para isso: trabalho o dia todo em frente ao computador, o que me deixa super cansada para ler qualquer coisa; estive me preparando para o processo seletivo do mestrado nos últimos meses, o que implicou em ler teoria, escrever um projeto e estudar para as provas teórica e de proficiência. Além disso, acabei intercalando outros livros durante a leitura deste. 

Essa edição de "O Livro das Mil e Uma Noites", cujo autor é desconhecido apesar do sucesso de séculos, publicada pela Globo Livros e é a primeira tradução direta do árabe.
O tradutor, Mamede Mustafa Jarouche, bacharel em Letras pela USP, conta a história das supostas fontes em persa e sânscrito que teriam sido a base para a obra.
O livro conta ainda com diversas notas a respeito de particularidades linguísticas e explicações sobre as escolhas lexicais e decisões de tradução. Esse é o primeiro volume de quatro livros e conta com as primeiras 170 noites.
Aos que não conhecem a famosa história de Sahrazad (Sherazade), vou fazer um resumão:
Certo rei, após ser traído (e pegado a esposa "com a boca na botija"), recusa-se a confiar novamente em qualquer mulher, por isso, decide que a cada noite se casará com uma mulher diferente e, ao amanhecer, mandará matá-la e se casará novamente com outra mulher, para ao final da noite fazer o mesmo. Ele faz isso durante muitas noites, mas ao casar-se com Sherazade, filha de seu vizir (um ministro e conselheiro de um sultão), a jovem pede que o rei lhe permita contar uma história à sua irmã mais nova, como uma forma de despedida. Porém, curioso com a história inacabada, ele permite que a moça viva até a noite seguinte a fim de que ela conclua a história. Porém, a jovem vai prolongando a história, entrelaçando diferentes histórias umas nas outras, de modo que o fim fica cada vez mais distante e que, a cada noite, haja um novo suspense. E ela faz isso durante 1001 noites, quando o rei já está envolvido demais por ela para ainda desejar matá-la. E não pensem que as histórias contadas pela moça são leves e descontraídas, muito pelo contrário, por isso não leiam o livro em voz alta na presença de crianças rs.

Até o momento eu estou na página 174, especificamente na 57ª noite. Embora eu esteja gostando das histórias contadas por Sherazade, fico curiosa para saber mais sobre a história da personagem, para saber como ela passa o dia, como ela planeja contar as histórias, etc. Fico me perguntando quantas noites serão descritas nos livros (ininterruptamente). 


Observem que as laterais das páginas são recheadas de notas, seja explicando particularidades linguísticas, alguma explicação sobre as escolhas lexicais feitas pelo tradutor ou explicando sobre alguma coisa citada no texto que faz relação a alguma história ou aspecto da cultura árabe que não conhecemos. 
Por um lado, eu gostei bastante da posição dessas notas e do próprio fato de o tradutor ter tido a preocupação de deixar tudo o mais claro possível para o leitor, por outro, acho difícil não interromper a leitura a cada nova nota (o que torna a leitura ainda mais lenta). Preciso me obrigar a não ler todas as notas rs.



Espero concluir a leitura no recesso de Natal e Ano Novo e logo eu volto para contar pra vocês o que eu achei do livro como um todo, da história e tudo mais.

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Beijos e amassos!!!

3 de agosto de 2015

Primeiras Impressões: "Dez Coisas que Aprendi sobre o Amor", de Sarah Butler

Olá gente lindaaaa!!!
Hoje vim falar rapidamente sobre o livro "Dez Coisas que Aprendi sobre o Amor" da autora Sarah Buther, uma das apostas da Editora Novo Conceito para os próximos meses (não tenho certeza se é lançamento de setembro ou outubro).

Recebi apenas as 20 primeiras páginas do livro e, embora não dê pra falar profundamente sobre a história com base nessa pequena introdução, já deu para perceber o quão diferentes os personagens narradores são um do outro e, também,  deduzir a ligação que há entre eles.
O livro é narrado em primeira pessoa, intercalando o ponto de vista de Alice, cujo pai se encontra com câncer no pâncreas, forçando-a a voltar para casa após tanto tempo; e, de um homem sem teto (cujo nome ainda não sei), que narra como se contasse sobre seus dias para a filha que nunca conheceu.
Em poucas páginas, deu para notar a sensibilidade presente na escrita da autora, tanto ao descrever a sensação de Alice ao encontrar o pai, praticamente irreconhecível, deitado em uma cama, quanto ao descrever a solidão do "homem sem teto".
A cada início de capítulo (acho que são capítulos), há uma pequena lista do personagem narrado, ora uma lista de coisas que Alice gostaria de dizer ao pai, ora uma lista de coisas que fazem o "homem sem teto" pensar na filha desconhecida. O livro é cheio de listas, não quaisquer listas, mas listas que envolvem o amor, a saudade, a vontade de abrir o coração, a vontade de declarar o amor ao mundo.

Por isso, lanço aqui um desafio: faça uma lista com 10 coisas que você aprendeu sobre o amor!

Não precisa ser amor romântico (ou avassalador como nos romances), mas toda e qualquer forma de amor. Para incentivá-los, deixo abaixo a minha própria lista.

Eis as 10 coisas que eu aprendi sobre o amor... coisas que aprendo todos os dias:

1. É mentira que o amor deixa as pessoas cegas; ele simplesmente faz com que certas coisas não importem tanto;
2. O amor está nas coisas mais simples, mas... para certas pessoas, o mais difícil é enxergar algo simples;
3. O amor é para os corajosos.
4. O amor está em constante mudança.
5. O amor te faz rir e chorar. Ao mesmo tempo.
6. O amor precisa ser alimentado diariamente.
7. O amor nos faz rir de coisas idiotas.
8. E chorar por coisas insignificantes.
9. O amor é essencial. Você pode estar solteiro, mas sempre está amando - seja a família, os amigos, os pets... Toda forma de amor é essencial.
10. O amor não não é perfeito, mas sua imperfeição é tudo o que nos falta.

Agora eu quero ver a lista de vocês, hein?! Podem deixar nos comentários.

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Beijos e amassos!!

18 de maio de 2015

RESENHA: Primeiras Impressões

Editora: Kiron
Autor(a): LRDO (Laís Rodrigues de Oliveira)
Número de Páginas: 304

Sinopse: Primeiras Impressões é uma adaptação moderna do clássico Orgulho e Preconceito de Jane Austen. O romance eterno de Lizzie e do Sr. Darcy é situado desta vez entre paisagens paradisíacas do Brasil e cenários surpreendentes dos Estados Unidos, em um relacionamento complexo entre uma carioca sarcástica e brilhante e um político americano de uma família conservadora.

Olá gente lindaaa!!
Hoje eu FINALMENTE venho falar sonre a adaptação moderninha de "Orgulho e Preconceito", desta vez de uma autora nacional, a Laís Rodrigues
Quem acompanha o blog deve se lembrar da postagem que fiz sobre as minhas primeiras impressões sobre o livro, baseadas nos dois primeiros capítulos que eu havia recebido em pdf da autora. Se você não viu, basta clicar AQUI.

Como eu disse, a história reconta a famosa obra clássica da inglesa Jane Austen, mantendo a linearidade e cronologia dos acontecimentos, claro que dando aquela repaginada. Os leitores de Jane Austen vão se deliciar (assim acredito) ao encontrarem personagens tão conhecidos e ao mesmo tempo tão novos em "Primeiras Impressões".
A família Benevides (que faz as vezes dos Bennett) é proprietária, juntamente com a família Lopez, de uma rede de pousadas na cidade de Búzios, no estado do Rio de Janeiro.
Ainda temos as irmãs Jane, Liz, Lídia e Maria (Mary) e a essência de cada uma foi mantida com maestria. Jane e Liz acabam de se formar e, após a conclusão dos estudos em Boston, retornam para Búzios a fim de passar o final de ano e carnaval antes de retornar para os Estados Unidos. Lídia, ainda menor de idade, não pode ser classificada de outra forma senão "piriguete" e Maria, a irmã CDF, assim como a personagens de Austen, troca qualquer evento por um bom livro. Afinal, que prefere uma festa de aniversário, anos novo, carnaval a leitura da obra de Machado de Assis? (Eu!).
Quando os americanos Charles Bing e Frederick Darcy passam uma temporada em Búzios, já que o primeiro comprou nada menos que uma ilha, acabam socializando com a família Benevides e... bem, o resto da história a gente já conhece. 
Embora eu tenha me surpreendido com a criatividade da autora em criar versões atuais (e totalmente críveis) dos nossos amados personagens, também pensei "Gente, como não pensei nisso?". Por exemplo, faz todo sentido o sr. Darcy ser um político. Gente, alguém pode negar?
A matriarca Benevides, por sua vez, é uma versão muito mais fútil que a original, mas igualmente constrangedora.
"Minha querida Liz, você realmente acha que seus pais se conheciam quando se casaram? Ou os meus? Podemos sair com alguém durante uma década e não conhecê-lo verdadeiramente. A verdade é que nós nos casamos com desconhecidos. Alguns mais, outros menos. Entretanto, nunca conhecemos o nosso companheiro por completo. Amar é arriscar-se. Entregar-se ao outro é jogar na loteria. Há grandes chances de perder e ficar com o coração partido. Mas é melhor que nunca tentar, não é mesmo?" (página 112)
Ao ver uma versão contemporânea da obra mais famosa de Austen e perceber que a autora LRDO conseguiu manter a essência original, nos oferece duas hipóteses: ou Jane Austen era mesmo bem à frente de seu tempo, ou pouca coisa mudou na sociedade e nos hábitos e papéis sociais desde então. Eu ou levada a  acreditar na segunda hipótese. Apesar de tantas mudanças, conquistas e etc., certas coisas nunca mudam (como podemos ver no comentário de Lotte sobre os relacionamentos em geral).
Gostei bastante da reconstrução dos diálogos, da recontextualização das situações e gostei mais ainda da inserção de um sonho "não muito recatado" de Liz (que tem tudo a ver com a capa do livro, gente).
Só posso recomendar a leitura e dizer que me diverti bastante durante a leitura. Devo agradecer, é claro, a autora por me possibilitar essa experiência. Muito obrigada, Laís!

Classificação: 

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Espero que gostem!!

Beijos e amassos!!


8 de abril de 2015

Primeiras Impressões: "Primeiras Impressões", de LRDO

Olá gente lindaaaa!!
Hoje venho fazer uma postagem diferente, não se trata de uma resenha nem de um post de divulgação... vou falar sobre minhas primeiras impressões sobre o livro "Primeiras Impressões" (confuso?) da autora nacional LRDO (da qual eu falai AQUI). O livro é uma releitura moderna de "Orgulho e Preconceito", da diva Jane Austen, por isso foi impossível não querer ler.

Até o momento eu tive acesso apenas aos dois primeiros capítulos do livro é já pude reconhecer situações (readaptadas, claro) da obra original de Austin. É super divertido acompanhar  um Liz se bronzeando nas prais do Rio de Janeiro e um Fred Darcy menosprezando o Brasil, "um país de terceiro mundo".
Apesar da nova ambientação e da repaginada nos personagens, é impossível não reconhecer os diálogos, a sequência dos acontecimentos.
O Sr. Darcy, neste livro, Frederick Darcy, é tão 'rabugento' quanto o original, porém, igualmente irresistível. Mal posso esperar para conferir o restante dessa história, embora já conheça o final, né?!
Estou doida para saber o a Lídia vai aprontar e de que forma Fred vai ajudar... e, gente, vou confessar, tô torcendo para ter a tal carta de Darcy para Elizabeth, como em "Orgulho e Preconceito" (pode ser um e-mail, um whats... )

“Bem, a linha entre orgulho e vaidade é muito tênue, então, prefiro não sentir nenhum deles.”
“Pode até ser tênue, mas são coisas diferentes. Enquanto um está relacionado à forma como você se vê, o outro está ligado a como você quer ser vista pelos outros. De qualquer maneira, não importa. Mesmo que você não se orgulhe de si mesma, sei que sua família o faz por você.”
Liz esperava traços de sarcasmo em sua voz ou em
sua face. Porém, não os encontrou. Ele realmente tinha feito um comentário honestamente gentil."

***
Espero voltar muuuuuito em breve para fazer uma resenha completinha pra vocês.

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Beijos e amassos!!