Autor(a): Cynthia Hand
Número de páginas: 352
Sinopse: O Último Adeus é narrado em primeira pessoa por Lex, uma garota de 18 anos que começa a escrever um diário a pedido do seu terapeuta, como forma de conseguir expressar seus sentimentos retraídos. Há apenas sete semanas, Tyler, seu irmão mais novo, cometeu suicídio, e ela não consegue mais se lembrar de como é se sentir feliz.O divórcio dos seus pais, as provas para entrar na universidade, os gastos com seu carro velho. Ter que lidar com a rotina mergulhada numa apatia profunda é um desafio diário que ela não tem como evitar. E no meio desse vazio, Lex e sua mãe começam a sentir a presença do irmão. Fantasma, loucura ou apenas a saudade falando alto? Eis uma das grandes questões desse livro apaixonante.O Último Adeus é sobre o que vem depois da morte, quando todo mundo parece estar seguindo adiante com sua própria vida, menos você. Lex busca uma forma de lidar com seus sentimentos e tem apenas nós, leitores, como amigos e confidentes.
Olá gente lindaaa!
Confiram o que nossa resenhista Ana Paula achou do livro "O Último Adeus", publicado pela editora DarkSide Books.
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"O Último Adeus" acompanha a vida recentemente abalada de Alexis, ou Lexie, que acaba de perder seu irmão mais novo, Tyler, que cometeu suicídio deixando apenas um breve recado, escrito num post-it amarelo que dizia “Desculpa, mãe, mas eu estava muito vazio.”
Muito confusa e abalada com o que houve, Lex tenta retomar sua vida, mas além de lidar com sua tristeza, uma avalanche de obstáculos aparece e dificulta mais ainda seu processo de cura: há o recente término de relacionamento com Steve, sua mãe que começa a beber, seu pai ausente e seu próprio fechamento em si mesma, que a faz se afastar de suas amizades.
Com isso ela acaba procurado ajuda com Dave, seu terapeuta, que lhe encarrega a tarefa de escrever em um diário o que sente, tentando assim descarregar um pouco do peso que carrega. É por isso que o livro tem partes que se parecem com um diário.
"Essa coisa toda tem me prejudicado, penso. Sou uma tábua exposta à chuva, é impossível me desempenar, Agora sou assim, retorcida." (página 189)



