24 de dezembro de 2017

WISHLIST: Natal 2017!!

Olá gente lindaaaa!
Eu sei que as postagens aqui no blog estão pouco frequentes, mas peço a paciência de vocês. Falta poucos meses para eu terminar e defender minha dissertação. Aí voltarei com tudo para o blog, ok?!
Ainda assim, quis dividir com vocês algo que, para uma pessoa consumista como eu, nunca para de crescer: minha lista de desejos! A lista de hoje está recheada de itens que eu gostaria de ganhar no Natal deste ano (amanhã!). Seria o meu sonho? Seria!

Livros:

   
   

21 de dezembro de 2017

Na Telinha ou na Telona... #107

Olá gente lindaaa!!
Hoje vim falar a última resenha de dorama do ano. o/ Tenha várias postagens pra fazer, muitos doramas sobre os quais falar, mas... Fica pro ano que vem, né?!
A indicação de dorama de hoje é mais um daqueles que comecei a assistir sem esperar muito, na verdade, sem esperar nada. Quando vi que "Because Thisis My First Life" (Porque esta é a minha primeira vida) tinha estreado, não senti a mínima vontade de aissistir, não tive curiosidade nem para ler a sinopse. No entanto, após ver uma cena do primeiro episódio em uma das 74758966 páginas sobre doramas que eu curto no Facebook, resolvi assistir e me apaixonei. Há tempos não assistia um dorama com uma temática adulta e com temas tão atuais.

Sinopse: O que um homem falido após adquirir sua casa e uma mulher atada financeiramente podem fazer? Nam Sae Hee (Lee Min Ki) é um homem solteiro no início dos seus 30 anos que conseguiu comprar sua casa própria. Mas seu financiamento custa toda sua renda e não sobra muito para fazer mais nada. Yoon Ji Ho (Jung So Min) é uma mulher solteira no início dos seus 30 anos que mal ganha para sobreviver e desistiu de marcar encontros por causa de sua situação financeira.
Por meio de circunstâncias inesperadas, Ji Ho se torna inquilina na casa de Sae Hee e eles se tornam companheiros de casa. Eles podem se ajudar a lidar com seus problemas financeiros?

ELENCO PRINCIPAL:

- Lee Min-Ki como Mam Se-Hee (um homem metódico, cheio de manias e cujo universo gira em torno de sua gatinha e da dívida que tem por ter comprado um apartamento);
- Jung So-Min como Yoon Ji-Ho (roteirista assistente que saiu do interior para estudar e tentar realizar seu sonho de ser escritora em Seul);
- Esom como Woo Soo-Ji (uma das melhores amigas de Ji-Ho; sempre sonhou em seu dona do próprio negócio, alguém independente, mas acabou entrando no mundo corporativo, como funcionária de um grande grupo e tendo de se sujeitar a todo tipo de piadas machistas e assédio);
- Park Byung-Eun como Ma Sang-Goo (CEO da empresa de aplicativos em que Se-Hee trabalha, e também seu melhor amigo);
- Kim Ga-Eun como Yang Ho-Rang (uma das melhores amigas de Ji-Ho; namora com Won-Seok há sete anos e seu maior sonho sempre foi se casar e ter filhos, mas isso parece estar longe de acontecer);
- Kim Min-Suk como Sim Won-Seok (engenheiro que sonha e ganhar dinheiro criando seus próprios aplicativos; namorado de Ga-Eun, com quem está junto há sete anos e sente que não é capaz de deixá-la feliz).

Minha opinião: Amei!
Bem, como eu comentei no começo deste post, "Because this is my first life" nem estava na minha extensa lista de doramas para assistir, mas se mostrou uma grata surpresa.

Ji-Ho é uma mulher de trinta anos que deixou sua cidade Natal em busca do sonho de ser escritora de dramas. Se formou em uma universidade e começou a escrever roteiros de dramas... como escritora assistente. Uma escritora assistente nunca leva o crédito, não tem credibilidade, não tem voz, não escreve o que quer, recebe ordens, ganha pouco e por aí vai.
Não bastasse a realidade tão diferente de seu sonho ao sair da casa dos pais, ela recebe a notícia de que o irmão com quem divide um apartamento será pai em breve.

11 de dezembro de 2017

RESENHA: Tartarugas até lá Embaixo

Editora: Intrínseca
Autor(a): John Green
Número de páginas: 256

Sinopse: Depois de seis anos, milhões de livros vendidos, dois filmes de sucesso e uma legião de fãs apaixonados ao redor do mundo, John Green, autor do inesquecível A culpa é das estrelas, lança o mais pessoal de todos os seus romances: Tartarugas até lá embaixo.
A história acompanha a jornada de Aza Holmes, uma menina de 16 anos que sai em busca de um bilionário misteriosamente desaparecido – quem encontrá-lo receberá uma polpuda recompensa em dinheiro – enquanto lida com o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC).
Repleto de referências da vida do autor – entre elas, a tão marcada paixão pela cultura pop e o TOC, transtorno mental que o afeta desde a infância –, Tartarugas até lá embaixo tem tudo o que fez de John Green um dos mais queridos autores contemporâneos. Um livro incrível, recheado de frases sublinháveis, que fala de amizades duradouras e reencontros inesperados, fan-fics de Star Wars e – por que não? – peculiares répteis neozelandeses.

Olá gente lindaaaa!
Confiram o que nossa resenhista Ana Paula achou do livro "Tartarugas até lá embaixo", do autor John Green. Pra fechar o ano com chave de ouro!

A história contada em “Tartarugas Até Lá Embaixo”, novo livro do autor John Green, representa, para mim, um ensinamento sobre aceitar nossas fraquezas e medos como parte intrínseca de nós mesmos. 
A personagem principal, Aza Holmes, tem TOC, um transtorno de ansiedade que a faz se preocupar 24 horas por dia sobre ser infectada com alguma bactéria ao menor toque de outra pessoa. Apesar de ter acompanhamento psiquiátrico há algum tempo, a jovem não vê melhoras, uma vez que o transtorno a impede de viver sua simples rotina. Isso é o que percebe sua mega preocupada mãe e sua melhor amiga, Daisy
"[...] eu estava começando a entender que a vida é uma história que contam sobre nós, não uma história que escolhemos contar." (página 9).
"Eu queria dizer mais, só que os pensamentos, inoportunos, indesejados, não paravam de invadir minha mente." (página 15-16).
Aza e a amiga possuem um lema “Parta corações, mas não quebre promessas”. Esta frase representa a amizade das duas e destaca algo que sempre é valorizado e está presente nos livros de Green: a lealdade entre amigos.

7 de dezembro de 2017

Na Telinha ou na Telona... #106

Olá gente lindaaaa!
Hoje vim falar sobre um dorama que eu estava ansiosa para assistir antes mesmo de ir ao ar (como comentei aqui), "While You Were Sleeping" (Enquanto você dormia), protagonizado pelo ator Lee Jong Suk (Pinocchio, W: Two Worlds) e Suzy, membro do girl group Miss-A (Dream High, Gu Family Book).
"While you were sleeping" foi exibido entre 27 de setembro e 16 de novembro pelo canal sul-coreano SBS.

Sinopse: Uma jovem que tem premonições em seus sonhos conhece duas pessoas que adquirem a mesma habilidade repentinamente.
Nam Hong Joo (Suzy) mora com sua mãe, Yoon Moon Sun (Hwang Young Hee), uma viúva que administra um pequeno restaurante. Jung Jae Chan (Lee Jong Suk), um promotor novato, e seu irmão mais novo, Seung Won (Shin Jae Ha), se mudam para o outro lado da rua. Desde pequena, Hong Joo tem a habilidade de prever eventos ruins antes que aconteçam, mas geralmente é incapaz de fazer algo com relação a isso.
Certo dia, Jae Chan tem uma premonição em um sonho estranho sobre um acidente envolvendo Jong Joo e Lee Yoo Beom (Lee Sang Yeob), um advogado impiedoso que era professor de Jae Chan. Jae Chan resolve interferir no decorrer dos eventos e acaba salvando as vidas de Hong Joo e Han Woo Tak ( Jung Hae In), um jovem policial. Quando Jae Chan, Hong Joo e Woo Tak começam a sonhar uns com os outros, eles percebem que suas vidas estão, de certa forma, conectadas agora.
Mas será que os três conseguirão descobrir o motivo pelo qual eles foram conectados e impedir que as pessoas próximas a eles se machuquem?

ELENCO PRINCIPAL:

- Lee Jong-suk como Jung Jae-chan (jovem promotor que acaba de passar em um concurso para trabalhar no ministério público; ele passa a ter sonhos "premonitivos" (essa palavra existe?) com sua vizinha Nam Hong-joo);
- Bae Suzy como Nam Hong-joo (uma famosa repórter afastada do trabalho; ela sonha com o futuro de pessoas desconhecidas desde que se entende por gente e previu a morte do próprio pai);
- Lee Sang-yeob como Lee Yoo-bum (advogado corrupto; ele costumava ser tutor de Jae-chan, mas nunca foi um bom exemplo, apesar de seus colegas de trabalho acharem que ele é honesto);
- Jung Hae-in como Han Woo-tak (jovem policial; após ser salvo de um atropelamento, ele passa a sonhar com o futudo de Jae-chan, o homem que o salvou).


Minha opinião: Amei!
Já começo essa resenha dizendo que apesar da minha ansiedade em relação ao dorama e minha altas expectativas, comecei a assistir meio com o pé atrás, pois a atuação da Suzy (Nathália hater que o diga! haha) não é das mais elogiadas. No entanto, "While you were sleeping" foi sensacional do começo ao fim. Gente, que roteiro incrível! Os dois primeiros episódios foram os melhores dois episódios (ou quatro, dependendo de onde você assistir) que já vi na vida.
Nam Hong Joo tem um talento peculiar e, posso dizer, um tanto desagradável, ela sonha com o futuro das pessoas, seja ele bom ou ruim. Ela não precisa conhecer a pessoa, simplesmente vê em seus sonhos algo que mais cedo ou mais tarde acontecerá na vida das pessoas. Anos atrás ela previu a morte do próprio pai, mas assim como acontece em relação ao todos os outros sonhos, ela não pode fazer nada para evitar, para mudar o que viu no sonho.
Jung Jae Chan, ao contrário do típico protagonista, é um jovem promotor desajeitado e sentimental que acaba de passar em um concurso público para trabalhar no Ministério Público. No entanto, por ser desajeitado e jovem, ele não tem lá muita credibilidade e vive levando broncas de seus superiores por ser lento com os processos. Sem dúvida esse foi o personagem mais engraçado do ator! O tipo de mocinho que foge um pouco do tradicional (CEO, cara rido, inteligente, sempre bom em tudo, etc), acho que podemos dizer que ele é um típico anti-herói. Um anti-herói que adora uma bela selfie! haha
Jae Chan acaba de se mudar para a vizinhança de Hong Joo e não teve a melhor das recepções. No entanto, sua relação com a vizinha começa a mudar quando Jae Chan consegue evitar uma tragédia envolvendo Hong Joo e o então namorado Lee Yoo-bum. Mas o "X" da questão é que Jae Chan consegue evitar uma tragédia, pois as coisas estava acontecendo EXATAMENTE como em seu sonho. Isso nunca havia acontecido antes,pois isso Jae Chan fica um pouco assustado (e cético) ao saber que Hong Joo tem esse tipo de sonho o tempo todo.

4 de dezembro de 2017

RESENHA: Sejamos todos feministas

Editora: Companhia das Letras
Autor(a): Chimamanda Ngozi Adichie
Número de páginas: 64

Sinopse: O que significa ser feminista no século XXI? Por que o feminismo é essencial para libertar homens e mulheres?
Chimamanda Ngozi Adichie ainda se lembra exatamente do dia em que a chamaram de feminista pela primeira vez. Foi durante uma discussão com seu amigo de infância Okoloma. “Não era um elogio. ‘Percebi pelo tom da voz dele; era como se dissesse: Você apoia o terrorismo!’.” Apesar do tom de desaprovação de Okoloma, Adichie abraçou o termo e – em resposta àqueles que lhe diziam que feministas são infelizes porque nunca se casaram, que são “antiafricanas” e que odeiam homens e maquiagem – começou a se intitular uma “feminista feliz e africana que não odeia homens, e que gosta de usar batom e salto alto para si mesma, e não para os homens”.
Neste ensaio preciso e revelador, Adichie parte de sua experiência pessoal de mulher e nigeriana para mostrar que muito ainda precisa ser feito até que alcancemos a igualdade de gênero. Segundo ela, tal igualdade diz respeito a todos, homens e mulheres, pois será libertadora para todos: meninas poderão assumir sua identidade, ignorando a expectativa alheia, mas também os meninos poderão crescer livres, sem ter que se enquadrar em estereótipos de masculinidade.
Olá gente lindaaa!
Hoje vim falar sobre mais um livro super curtinho da maravilhosa Chimamanda Adichie, "Sejamos todos feministas".
Esse livro é, na verdade,  é uma adaptação do discurso feito pela autora no TEDx Euston, que conta com mais de 1,5 milhão de visualizações (http://tedxtalks.ted.com/video/We-should-all-be-feminists-Chim).

A autora, em uma fala direta e pessoal, começa seu discurso tentando mostrar o quanto a palavra "feminismo" é sempre acompanhada de uma série de esteriótipos e uma carga negativa. Isso de deve, entre outras coisas, ao fato de reproduzirmos discursos equivocados (e machistas) sobre o feminismo, sem ao menos tentarmos nos informar e entender sobre.
"Tenho a impressão de que a palavra 'feminista', como a própria ideia de feminismo, também é limitada por estereótipos." (página 8)
"Estou tentando desaprender várias lições que internalizei durante a minha formação, mas às vezes ainda me sinto vulnerável quando deparo com expectativas de gênero." (páginas 39-40)