29 de março de 2018

Na Telinha ou na Telona... #117

Olá gente lindaaaa!!
Hoje vim falar do dorama "Jugglers" (Malabaristas), que falar sobre o difícil trabalho desempenhado pelas secretárias de grandes executivos, ou seja, mais um dorama de escritório daqueles que a gente adora!
"Jugglers" foi ao ar de 4 de dezembro de 2017 a 23 de janeiro de 2018, pela emissora sul-coreana KBS2.

Sinopse: Você já ouviu falar nos malabaristas? Eles são funcionários de escritório eficientes que sempre estão onde seus chefes precisam. Esses malabaristas conseguem lidar com várias tarefas de uma vez e ajudar aqueles que precisam. Este drama de escritório retrata as vidas ocupadas de secretárias e os problemas pelos quais elas passam enquanto trabalham com um chefe teimoso e avesso a cooperação.

ELENCO PRINCIPAL:

- Choi Daniel como Nam Chi Won (O diretor do departamento de mídia de uma grande empresa; ele não tem qualquer interesse qualquer consideração pelas pessoas; é super fechado e solitário, mas de alguma forma sempre acaba recebendo atenção das mulheres);
- Baek Jin Hye como Jwa Yoon Yi (uma competente secretária que começa a trabalhar com Chi-won após um mal-entendido com o antigo chefe; é hábil em ajudar e apoiar seus superiores, e também é rápida em em se adaptar a qualquer situação);
- Lee Won Geun como Hwang Bo Yool (O diretor do departamento de negócios esportivos que nasceu com uma colher de prata em sua boca);
- Kang Hye Jeong como Wang Jeong Ae (Uma mãe que retorna à força de trabalho depois de quinze anos como dona de casa em tempo integral).

Minha opinião: Amei!
Eis mais um dorama que nem estava na minha lista, mas acabei dando play e devorando em dois dias. Sou dessas.
Em "Jugglers" conhecemos a vida de Jwa Yoon Yi, que se dedica total e completamente ao trabalho de secretária. Ela não tem descanso. Além de cuidar dos assuntos profissionais do patrão no horário de trabalho, ela toma conta também de sua vida pessoal pelo resto do dia, tendo de administrar e encobrir até mesmo as "puladas de cerca" do chefe, tendo de lidar com a esposa dele.
O fato de se dedicar tanto ao trabalho impede que Yoon Yi tenha uma vida pessoal. Ela não consegue dar atenção a própria família, que mora no interior, e seus namoros nunca duram muito. Segundo ela, uma boa secretária é aquela que troca muito de namorados, mas permanece com o mesmo chefe. Nunca fui secretária e não sei se no Brasil as coisas também são dessa forma, se é uma profissão que exige tanta dedicação fora do horário de serviço como ocorre no dorama, só sei que não queria estar na pele de Yoon Yi. Deus me defenderay!
No entanto, após três anos de árduo trabalho para o mesmo chefe, Yoon Yi percebe o quanto é descartável. Após um mal entendido em que ela própria é apontada como amante do chefe e acaba levando uma lição da esposa dele, Yoon Yi se vê em casa, com uma licença por tempo indeterminado.
Após um tempo em casa, ela é chamada para voltar à empresa e servir a um novo chefe. No entanto, quem fez com que ela fosse chamada de volta foi um outro executivo, que deseja usá-la como espiã no departamento de seu novo chefe.
O novo chefe é Nam Chi Won, um homem calado que não deseja ter uma secretária. Logo no início ele deixa claro que não precisa e não quer a ajuda dela. Apesar disso, ele não chega a ser estúpido e tratá-la mal no escritório... embora sempre seja direto.

Nam Chi Won é um homem  divorciado que não tem família. Seu único amigo é o ex-sogro, com quem tem uma ótima relação e que, coincidentemente, é vice-presidente da empresa em que trabalha. No passado, Chi Won passou por diversas perdas trágicas, talvez por isso tenha medo de se envolver ou não consiga, de fato, abrir o coração. Confesso que nos primeiros episódios, apesar de achar o protagonista charmosão e engraçado por ser tão sério, achei que ele seria um chato de galocha, mas acabei me encantando.

26 de março de 2018

RESENHA: O Resgate no Mar - Parte II (Outlander #3)

Editora: Arqueiro
Autor(a): Diana Gabaldon
Número de páginas: 656

Sinopse: A extraordinária saga continua.
Claire Randall finalmente conseguiu voltar no tempo e reencontrar Jamie Fraser na Escócia do século XVIII, mas sua história está longe do final feliz. O casal terá que superar muitos obstáculos, de fantasmas a perseguições marítimas, mas o principal deles são os vinte anos que se passaram em suas respectivas épocas desde a última vez que se viram.
Se a intensa paixão e o desejo entre eles parecem não ter diminuído nem um pouco, o mesmo não se pode dizer sobre a confiança. Jamie agora é um homem endurecido pelo que aconteceu após a Batalha de Culloden. Claire, por sua vez, precisa lidar com o segundo casamento de seu amado e suportar a saudade de Brianna, que ficou sozinha no ano de 1968.
A união dos dois será posta à prova quando o sobrinho de Jamie for sequestrado. Juntos, eles precisarão singrar pelos mares e cruzar as Índias Ocidentais para resgatá-lo, provando mais uma vez que nada é capaz de deter uma história de amor que vence as fronteiras do tempo e do espaço.
Olá gente lindaaa!
Cá estou para falar da segunda parte de "O Resgate no Mar", terceiro volume da série Outlander e confesso que nem sei por onde começar.... tanta coisa acontece nessas 600 páginas. Uma loucura!
Se você é dos que achou o livro anterior um pouco parado (não foi o meu caso), garanto que isso muda neste livro, é tanta ação, tantas situações de perigo que nos faz lembrar do primeiro volume da série. Mas, antes de conferir a resenha e o pouco que posso contar sem jogar um monte de spoilers na cara de Deus de o mundo, vale dar uma olhadinha nas resenhas dos livros anteriores:
A Viajante do Tempo (livro #1)
A Libélula no Âmbar (livro #2)
O Resgate no Mar (livro #3 - parte #1)
Atenção: esta resenha pode conter spoilers do livro anterior.

22 de março de 2018

Na Telinha ou na Telona... #116

Olá gente lindaaaa!
Hoje vim falar de mais um dorama que maratonei em fevereiro, "Go Back Couple" (Voltem, cônjuges) , também conhecido como "Go Back Spouses" e "Confession Couple".
Como vocês podem notar, após um tempo mergulhada na dissertação, consegui (finalmente!) tirar o atraso e me acabar de tanto assistir doramas no último mês. A-D-O-R-O!
"Go Back Couple" foi exibido pela emissora sul-coreana KBS2, de 13 de outubro a 18 de novembro de 2017 e prometia ser uma comédia, mas...

Sinopse: Choi Ban Do e Ma Jin Joo formam um casal infeliz. Agora com 38 anos, eles já não se aguentam mais por terem se casado ainda muito jovens. A paixão morreu, e também a tolerância, fazendo com que ambos se arrependam de suas decisões. Choi Ban Do sustenta a casa e Ma Jin Joo se sente sufocada sendo uma dona de casa. Aos poucos, eles começam a se odiar e a perceber que o casamento foi um erro.
Mas erros podem ser corrigidos. Choi Ban Do e Ma Jin Joo viajam no tempo e voltam para época da universidade. E antes mesmo de conseguirem se recuperar do choque, os amigos começam a aparecer. São as pessoas e os melhores momentos da vida de Choi Ban Do e Ma Jin Joo. Agora, pela segunda vez, eles vão se separar ou continuarão juntos?

ELENCO PRINCIPAL:

- Son Ho Jun como Choi Ban Do (trabalha vendendo remédios e paga seus pecados tendo que fazer todos os tipos de favores para os médicos e empresários, a fim de levar dinheiro para casa e sustentar a esposa Jin Joo e o filhinho);
- Jang Na Ra como Ma Jin Joo (é uma dona de casa que se dedica ao filho de três anos 24 horas por dias, fazendo com que ela não tenha tempo para cuidar de mesma);
- Heo Jeong Min como Ahn Jae Woo (melhor amigo de Ban Do; no passado era o mais fraco da universidade e se apaixona por uma líder de torcida; atualmente é super musculoso); 
- Lee Yi Kyung como Go Dok Jae (melhor amigo de Ban Do; no passado cultivava longos cabelos pretos, era charmoso, porém inocente; atualmente é caso, mas trai e é traído); 
- Han Bo Reum como Yoon Bo Reum (melhor amiga de Jin Joo; no passado era líder de torcida, atualmente é professora de ginástica para mulheres); 
- Cho Hye Jung como Cheon Seol (melhor amiga de Jin Joo; é virtuosa e sarcástica; atualmente viaja e escreve livros sobre viagem).

Minha opinião: Amei!
Bem, quem acompanha minhas indicações de doramas sabem que eu adoro viagem no tempo, por isso "Go Back Couple" chamou minha atenção, já que um casal infeliz tem a chance de voltar ao passado e mudar tudo. Trata-se de uma história de amor contada de trás "de trás para frente". Em vez de acompanharmos o início da relação entre os protagonistas, começamos justamente pelo fim: o divórcio do casal protagonista após 18 anos juntos.
A primeira cena do dorama é do casamento de Choi Ban Do e Ma Jin Joo, e a cena seguinte já é a do divórcio, mostrando que o "felizes para sempre" mostrado nos doramas nem sempre o fim da história. Em seguida, somos apresentados a alguns acontecimentos ocorridos um mês antes do divórcio, o que parece ter sido a gota
Em 2017, Choi Ban Do e Ma Jin Joo estão casados e infelizes após 18 anos juntos, 14 de casamento. Ambos estão naquela fase em que os casais questionam os motivos de terem se apaixonado e se casado, sem encontrar qualquer explicação razoável. Eles mal se comunicam, não entendem os problemas um do outro e culpam o outro por seu fracasso e infelicidade.
Ma Jin Joo, que no passado era uma jovem bonita, vaidosa e carismática hoje é uma ahjumma, uma dona de casa e mãe de um garotinho de 3 anos, a quem dedica as 24 horas do seu dia, , mal tendo tempo para fazer suas próprias refeições.
Choi Ban Do, por sua vez, passa a maior parte do dia (e da noite também) trabalhando. Ele vende remédios e tem de se sujeitar a todo tipo de humilhação por parte do médico e diretor do hospital para quem vende seus remédios, tendo de lidar até mesmo com os casos extraconjugais do sujeito, de modo a negligenciar o próprio casamento, a própria esposa e o filho pequeno.
Todos os dias Ban Do tem um dia de cão fora de casa, fazendo com que ele seja incapaz de encarar a própria esposa. Já Jin Joo se sente sobrecarregada por ter de cuidar do filho praticamente sozinha, já que o marido nunca está presente, nem mesmo nos momentos em que mais precisa, quaando o filho fica doente no meio da noite, por exemplo. Isso tudo e várias mágoas cultivadas e não discutidas ao longo dos anos de casamento começa a pesar e deixá-los infelizes. Assim, o resultado a que chegam é o divórcio.

19 de março de 2018

RESENHA: O Resgate no Mar - Parte I (Outlander #3)

Editora: Arqueiro
Autor(a): Diana Gabaldon
Número de páginas: 592

Sinopse: Há vinte anos Claire Randall voltou no tempo e encontrou o amor de sua vida – Jamie Fraser, um escocês do século XVIII. Mas, desde que retornou à sua própria época, ela sempre pensou que ele tinha sido morto na Batalha de Culloden. 
Agora, em 1968, Claire descobre, com a ajuda de Roger Wakefield, evidências de que seu amado pode estar vivo. A lembrança do guerreiro escocês não a abandona… seu corpo e sua alma clamam por ele em seus sonhos. Claire terá que fazer uma escolha: voltar para Jamie ou ficar com Brianna, a filha dos dois. 
Jamie, por sua vez, está perdido. Os ingleses se recusaram a matá-lo depois de sufocarem a revolta de que ele fazia parte. Longe de sua amada e em meio a um país devastado pela guerra e pela fome, o rapaz precisa retomar sua vida. 
As intrigas ficam cada vez mais perigosas e, à medida que tempo e espaço se misturam, Claire e Jamie têm que encontrar a força e a coragem necessárias para enfrentar o desconhecido. Nesta viagem audaciosa, será que eles vão conseguir se reencontrar?

Olá gente lindaaaa!
Como vocês estão? Eu estou ótima, e preciso dizer que há tempos não estava tão bem. Finalmente terminei minha dissertação e minha defesa de mestrado foi no último dia 9 e, com isso, consegui me aventurar "no mundo da leitura por prazer" novamente. E eu não poderia ter (re)começado de maneira melhor, afinal James Fraser e Claire não decepcionam! <3

Antes de mais nada, lembrem-se que se trata do terceiro volume de uma série, então se vocês não leram os livros anteriores, não conhecem a história e não querem spoilers, recomendo que não leiam  esta resenha. Ou, se preferirem, confiram antes as resenhas dos livros anteriores:


O livro é dividido em seis partes, e a história é contada tanto pelo ponto de vista de Claire quanto pelo de Jamie. Assim, acompanhamos Claire, de volta à sua época, mais de 200 anos à frente e, vinte anos se passaram desde sua travessia de volta pelas pedras de Craigh na Dun, como vimos no volume anterior.
Apesar de o ritmo desse terceiro volume não ser como o dos livros anteriores, essa série é daquelas que lemos 500 páginas e um piscar de olhos e acabamos querendo sempre mais, pois é uma delícia acompanhar os acontecimentos e ver o amadurecimento (a duras penas, na maior parte do tempo) dos personagens. Diana Gabaldon tem um dom incrível de prender o leitor da primeira até a última página, seja descrevendo batalhas, lugares, sentimentos, etc.
Após descobrir que Jamie pode não ter morrido na terrível Batalha de Culloden, como acreditou nos últimos vinte anos, Claire, a filha que teve de Jamie, Brianna, e o historiador Roger, começam a fazer uma extensa pesquisa para tentar descobrir o que, de fato aconteceu com ele.
E com o passar das páginas, vamos sabendo o que houve com Jamie, tanto por meio dessas pesquisas, quanto pelo ponto de vista do próprio Jamie, duzentos anos antes. E, devo alertar, como podemos imaginar, sua vida após a batalha não foi muito divertida, afinal ele era um jacobita traidor da coroa, o que lhe garantiu, além de sete longos anos escondido em uma caverna evitando os casacos vermelhos (soldados ingleses), mais vários anos na prisão e outros mais como "escravo" em uma fazenda.

15 de março de 2018

Na Telinha ou na Telona... #115

Olá gente lindaaaa!
Hoje vim falar sobre um dorama que é considerado um clássico, já que é um doa mais famosos dentre os k-dramas, ou seja, dramas coreanos, que foi ao ar há mais de uma década, em 2007, pela emissora sul-coreana MBC. Estou falando de "Coffe Prince" (Café Príncipe), também conhecido como "The first Shop of Coffee Prince".

Sinopse: A vida de Go Eun Chan (Yoon Eun Hye) não é fácil. Ela trabalha em vários empregos e até desistiu de sua imagem feminina. Choi Han Kyul (Gong Yoo) é o herdeiro de uma grande companhia alimentícia, só que sua avó quer que ele se assente na vida, então lhe arranja vários encontros. Após se encontrar com Eun Chan por engano, Han Kyul pensa que ela é um homem e decide contratá-la como seu amante gay, para evitar os encontros de sua avó. Desesperada por dinheiro, Eun Chan aceita. A avó de Han Kyul decide então deixá-lo responsável por um café à beira da falência. Eun Chan implora para trabalhar no café, só que sentimentos começam a aflorar entre os dois. Como Han Kyul lidará com sua "homossexualidade"?

ELENCO PRINCIPAL:

- Yoon Eun Hye como Go Eun Chan (é uma garota de 24 anos de idade, que é muitas vezes confundido com um cara por causa de sua aparência, comportamento e estilo de se vestir. Seu pai morreu aos 16 anos e, desde então, ela assumiu como o arrimo de sua família);
- Gong Yoo como Choi Han Kyul (é um descendente de terceira geração de um chaebol alimentos. Ele nunca teve um emprego e não se importa com responsabilidade);
- Lee Sun Kyun como Choi Han-sung (é um produtor musical estabelecida; que foi abandonado pela ex-namorada Han Yoo-joo, após um relacionamento de 8 anos);
- Chae Jung An como Han Yoo-joo (uma artista famoso que estudou em Nova York; ex-namorada de Han Sung e primeiro amor de Han Kyul).
Minha opinião: Adorei!
Bem, esse é um dorama que nem estava na minha lista mas acabei dando play sem esperar muita coisa, apesar de se tratar de u clássico. Foi bom ver o nosso eterno Goblin dez anos mais jovem e igualmente charmoso.
Nossa protagonista, Go Eun Chan, é o que chamamos de tomboy, ela tem um comportamento, aparência e modo de se vestir que são considerados masculinos. Por isso é comum que ela seja frequentemente confundida com um homem.
Desde a morte do pai, quando Eun Chan tinha 16 anos, ela se tornou o arrimo da família, única responsável pelo sustento da casa (o que eu achei ridículo após uma cena em que a mãe disse que nunca trabalhou por não ser necessário... oi?). Por conta desse peso nas costas, da condição de única fonte de renda da casa, Eun Chan aceita quando Choi Han Kyul, um desconhecido até então, a contrata (acreditando que Eun Chan é um rapaz) a se passar por seu namorado gay, a fim de evitar encontros às cegas agendados por sua avó.
Han Kyul já tem quase 30 anos, mas não está nenhum pouco interessado em grandes responsabilidades, como assumir a empresa da família. Sua vontade é ir para a Austrália trabalhar com aquilo que gosta, brinquedos. Porém, estando mal de saúde, a avó (e presidente da empresa da família) decide testar a capacidade do neto, dando a ele a missão de transformar um café praticamente abandonado em um sucesso de vendas em um período de três meses. Se ele for capaz desse milagre, poderá trabalhar no que desejar.

8 de março de 2018

Na Telinha ou na Telona... #114

Olá gente lindaaaa!
Hoje vim falar de mais um dorama (clarooo!), quem tem a melhor e mais politicamente incorreta protagonista de todos os tempos. Estou falando de "Witch's Court" (A bruxa do tribunal).
"Witch's Court" foi exibido pela KBS2 de 9 de outubro a 28 de novembro de 2017.

Sinopse: Quando nada parecia ser capaz de impedir a promotora Ma Yi Deum de construir uma carreira imaculada, um acidente inesperado faz com que seu objetivo pessoal não seja concretizado. No entanto, um bom promotor não se deixar ser abatido. E assim ela conhece um novo promotor, Yeo Jin Wook, que escolheu o campo da lei sobre praticar medicina. Yi Deum e Jin Wook se odeiam mutuamente, e, no entanto, os dois devem formar uma equipe e investigar crimes contra garotas.

ELENCO PRINCIPAL:

- Jung Ryeo Won como Ma Yi Deum (lutando todos os dias para conseguir seu espaço na promotoria, Ma Yi Deum é fria e calculista, sempre fazendo de tudo para ganhar um caso e ser o centro dos holofotes, ela não mede esforços para conseguir o que deseja);
- Yoon Hyun Min como Yeo Jin Wook (formado e psiquiatria e cansado de sua vida antiga, Jin Wook decide estudar direito e se tornar promotor, trocando a medicina pela justiça. Correto, honesto e observador, ele se junta ao departamento de crimes contra mulheres);
- Kim Yeo Jin como Min Ji Sook (lutar pelos direitos das mulheres está no sangue de Ji Sook. Ela faz tudo para vencer um caso, mas sempre usando os meios corretos. Chefe do departamento de crimes contra mulheres, ela quer tornar a vida de todas mais seguras e fazer seu pessoal trabalhar arduamente);
- Jun Kwang Ryul como Jo Gab Soo (ex-chefe de polícia e formado em direito, Gab Soo tem um passado sujo e sórdido que envolve assédios sexuais, fazendo com que ele passasse por um processo jurídico, embora tenha sido inocentado por falta de provas. Após uma reviravolta no caso e estando em liberdade ele decide se tornar promotor e destruir a carreira da pessoa que quase o colocou na cadeia).

Minha opinião: Amei!
Esse dorama estava na minha lista desde que foi lançado pelo simples fato de que amei a atuação de Jung Ryeo Won em The King of Dramas e estava louca para assistir mais algum trabalho dela. Sem contar que o gatíssimo do Yoon Hyun Min (Tunnel, Beautiful Mind) também faz parte do elenco principal. Ou seja, tinha tudo pra ser sucesso. E foi!
No primeiro episódio conhecemos nossa protagonista, Ma Yi Deum, ainda criança, que vive de forma simples com a mãe. No entanto, certo dia a mãe desaparece sem deixar rastros. E as autoridades não parecem muito empenhadas em encontrá-la, alegando que ela certamente saiu de casa por vontade própria, abandonando a filha de dez anos.
No entanto, nós, telespectadores, sabemos  que de fato aconteceu. A mãe de Ma Yi Deum tinha uma prova que poderia ajudar a condenar o chefe de ex-polícia e atual promotor, Jo Gab Soo, pelo crime de tortura sexual, ocorrido dez anos antes. No entanto, no momento em que iria se encontrar cm a promotora do caso, acaba encontrando com o próprio Jo Gab Soo, que decide sumir com a prova... e com a testemunha, mãe de Yi Deum.
Vinte anos se passam sem que Yi Deum tenha qualquer notícia do paradeiro da mãe, muito menos das circunstâncias de seu desaparecimento, mas está decidida a descobrir. Ela não é mais uma criança sem informação, maturidade ou condições, ela é uma promotora. Uma promotora termina no tribunal, conhecida como "a bruxa do tribunal". Isso porque ela não mede esforços para ganhar um caso, ainda que tenha de usar estratégias não muito corretas. 

7 de março de 2018

RESENHA: Não sou uma dessas

Editora: Intrínseca
Autor(a): Lena Dunham
Número de páginas: 304

Sinopse: Lena Dunham , a premiada criadora, produtora e estrela da série Girls, da HBO, apresenta uma coleção de relatos pessoais hilários, sábios e dolorosamente sinceros que a revelam como um dos jovens talentos mais originais da atualidade. Em Não sou uma dessas, Lena conta a história de sua vida e faz um balanço das escolhas e experiências que a conduziram à vida adulta.
Comparada a Salinger e a Woody Allen pelo New York Times como a voz de sua geração, Lena é conhecida pela polêmica que desperta e por sua forma única e excêntrica de se expressar e encarar a vida. Engajada, a autora revela suas opiniões sobre sexo, amor, solidão, carreira, dietas malucas e a luta para se impor num ambiente dominado por homens com o dobro da sua idade.

Olá gente linda!!
Há tempo um livro não me deixava sem palavra do jeito que "Não sou uma dessas" me deixou. E quando digo que estou sem palavras, quero dizer que estou sem palavra por não se tratar de um livro comum. Se eu pudesse definir esse livro com apenas uma palavra seria "estranho", ou até mesmo "incomum".
Quando conheci esse livro, me interessei assim que li a sinopse, mas confesso que tinha expectativas de que fosse parecido com "Os homens explicam tudo para mim" ou "Sejamos todos feministas", que trazem proposta semelhantes: um conjunto de ensaios ou uma fala espetacular sobre o feminismo ou sobre a necessidade de trazer assuntos questões de gênero à tona. No entanto, o livro é bem diferente.
"Não há nada mais corajoso para mim do que uma pessoa anunciar que sua história merece ser contada, sobretudo se essa pessoa é uma mulher." (página 17)
Bem, pra começo de conversa eu nem sabia quem era Lena Dunham antes de ler esse livro, não conheço a carreira dela, nunca assisti "Girls" (estrelada, produzida e dirigida por Dunham), e mesmo estranhando o fato de "Não sou uma dessas" ser uma autobiografia de uma mulher de apenas 30 anos, levei em conta essa citação aí de cima. Acreditei que Lena tinha algo importante para contar...

1 de março de 2018

Na Telinha ou na Telona... #113

Olá gente lindaaa!
Hoje vim falar sobre minha segunda maratona de 2018, o dorama coreano "Just Between Lovers" (Apenas entre apaixonados), também conhecido como "Rain or Shine" (algo como "De qualquer jeito", como nossa expressão "Faça chuca ou faça sol"), que é lindo e triste de tantas maneiras diferentes que nem sei por onde começar essa resenha.
"Just Between Lovers" foi ao ar de 11 de dezembro de 2017 a 30 de janeiro de 2018, e foi minha segunda maratona do ano. Na verdade, comecei a maratona na sexta-feira (26/01) achando que o dorama já estava completo, e no domingo já tinha devorado 14 episódios. Foi quando descobri que os dois episódios restantes ainda não tinham sido lançado. Vocês não imaginam minha angústia por ter de esperar pelos episódios finais desse dorama que me cativou tanto.

Sinopse: Um desastre envolvendo o desabamento de um shopping unirá o destino de três jovens. Há dez anos, o Shopping S desabou devido a uma falha estrutural, causando a morte de 48 pessoas.
Ha Moon Soo (Won Jin Ah) estava no local com sua irmã mais nova, que acabou sendo uma das vítimas do acidente. Lee Gang Doo (Junho) também estava no local, esperando por seu pai, que trabalhava como eletricista de manutenção. Seo Joo Won (Lee Ki Woo) estava ajudando seu pai, que era o engenheiro encarregado. Moon Soo, Gang Doo e Joo Won sobreviveram ao terrível desastre, diferente daqueles que amavam.
Alguns anos mais tarde, Joo Won se torna o dos arquiteto responsável pelo novo projeto para substituir o antigo Shopping S. Com seu olhar apurado para detalhes e um belo currículo em construções sólidas, Moon Soo é contratada para trabalhar no projeto de Joo Won. Gang Doo é um rapaz que vive de pequenos trabalhos, e acaba arrumando um emprego temporário no canteiro de obras desse novo projeto.
Como cada um irá lidar com suas próprias dores quando começarem a lidar com um projeto envolvendo o evento que mudou suas vidas de maneira tão drástica?

ELENCO PRINCIPAL:

- Lee Jun Ho como Lee Gang Doo (Um antigo atleta que sonhava em se tornar um jogador de futebol profissional, mas após o desabamento de um shopping, não apenas perdeu o pai como se feriu gravemtne em uma das pernas e após dez anos do desabamento, possui um grande trauma);
- Won Jin An como Ha Moon Soo (Uma jovem que perdeu sua irmã mais nova no desabamento do Shopping S e acabou se especializando em fazer maquetes arquitetônicas para evitar acidentes parecidos);
- Lee Ki Woo como Seo Joo Won (Um arquiteto em uma empresa de construção; filho do arquiteto responsável pela construção do shopping que desabou e nunca pode provar a inocência do pai);
- Kang Han-na como Jung Yoo Jin (Líder da equipe de relações externas na empresa de construção onde Joo Won trabalha);
- Kim Kang-hyun como Sang Man (Vizinho e amigo de Gang Do; um jovem inteligente e sensível, que tem um jeito uro de ver as coisas).

Minha opinião: Amei! Amei! Amei!
Amei tanto que nem sei por onde começar. Bem, talvez eu deva começar contando que comecei a assistir "Just Between Lovers" após ver muita gente comentando em um grupo sobre doramas no Facebook (esses grupos acabam com minha vida!), mas nem ao menos li a sinopse. O resultado foi que eu tinha certeza que se tratava de uma comédia romântica e já no primeiro episódio eu "caí do cavalo" e me deparei com um tiro atrás do outro, no sentido de carga dramática, densidade, etc.
A história gira, basicamente, em torno de três personagens principais: três sobreviventes do desmoronamento de um shopping, mais de uma década atrás.
Moon Soo, uma jovem que sente culpa por ter sobrevivido, por ter visto a irmã mais nova (de quem ela não gostava muito) morrer diante de seus olhos; Gang Doo, que perdeu o pai no desabamento, assim como o sonho de ser jogador de futebol; e Joo Won, filho do arquiteto responsável pela construção do shopping que foi culpabilizado pela tragédia e acabou se suicidando.
A vida de nenhum dos três foi fácil ao longo dos últimos anos. Acho que a ideia do dorama é dar visibilidade não apenas ao sofrimento por perder alguém em uma tragédia como o desabamento de um shopping, mas a dor e a culpa dos que sobrevivem a essas tragédias. E é o caso de Moon Soo e Gang Doo. No desmoronamento, ambos perdera um ente querido e ambos ficaram soterrados por vários dias. isso causa traumas em qualquer pessoa. Moon Soo se culpa por não ter cuidado da irmã mais nova no dia do acidente, por não tratá-la bem por causa de ciúmes, por ter chamado seu primeiro amor para encontrá-la no Shopping naquele dia... sua família foi destruída pela tragédia. Seus pais vivem separados, sua mãe é alcoólatra e ela não consegue esquecer (e sua mãe também não permite que isso aconteça) o dia do acidente. Seu consolo, talvez, é que perdeu parte das memórias por causa do trauma.