17 de março de 2019

#LeituraColetiva - Jane Eyre | #quotes (capítulos de 9 a 16)

Olá gente lindaaa!!
Mais uma semana de #LeituraColetiva (ou o tempo está voando ou a leitura está tão agradável que a semana passa em um piscar de olhos). Na última semana lemos os capítulos de 9 a 16 de "Jane Eyre" e separei algumas das minhas quotes favoritas. Confiram!

"Nenhuma resposta foi dada, então, às minhas perguntas, mas após um dia ou dois fiquei sabendo que a srta. Temple, ao voltar ao seu quarto quando raiava o dia, encontrara-me na caminha, o rosto contra o ombro de Helen, os braços ao redor do seu pescoço. Eu estava adormecida; Helen... estava morta." (página 106)
"Cansei-me, numa tarde, da rotina de oito anos. Desejava liberdade, ansiava pela liberdade; pela liberdade rezei uma oração, que pareceu se dispersar no vento suave. Abandonei-a e fiz uma súplica mais humilde: por mudança, por estímulo." (página 109)

14 de março de 2019

Na Telinha ou na Telona... #144

Olá gente lindaaaaa!
Quem acompanha as minhas indicações de doramas sabe que eu adoro uma bom dramalhão (bem ao estilo novela mexicana), com mocinha sofredora e muitas reviravoltas. Pois bem, a indicação de dorama desta semana é um prato cheio para quem ama esse tipo de trama. Conheçam "The Last Empress" (A Última Imperatriz), também conhecido como "Empress's Dignity", um dorama sul-coreano pela emissora SBS, de 21 de novembro de 2018 a 21 de fevereiro de 2019. E, sim, eu acompanhei o dorama semanalmente (e quase morri no processo).

Sinopse: A história se passa em um universo alternativo, em que a Coréia é uma monarquia constitucional em pleno 2018. Oh Sunny é uma atriz musical brilhante e vivaz que se casa com o imperador Lee Hyuk. Ela se envolve na luta pelo poder do palácio e em um misterioso assassinato que desencadeia eventos que ameaçam a própria monarquia. Mas ela acaba se apaixonando por Na Wang Shik, que trabalha como guarda-costas para a família imperial. Ele começou a trabalhar no palácio para se vingar da pessoa responsável pela morte de sua mãe.
ELENCO PRINCIPAL:

- Jang Na Ra como Oh Sunny (aspirante a atriz de musicais com uma personalidade brilhante e alegre. Ela se torna a Cinderela da noite para o dia após se casar com o imperador, de quem era fã há mais de uma década);
- Choi Jin Hyuk como Na Wang Sik / Chun Woo Bin (busca a vingança contra a família imperial depois do assassinato de sua mãe. Para se infiltrar na casa imperial, Wang Sik muda sua identidade para Chun Woo Bin, tornando-se o guarda-costas imperial mais confiável do Imperador, com habilidades de luta incomparáveis);
- Shin Sung Rok como Imperador Lee Hyuk (Imperador do Império Coreano. Um poderoso governante que é bem respeitado pelo povo, mas que dentro do palácio não passa de uma marionete de sua mãe);
- Lee Elijah como Min Yu Ra (Secretária Chefe Imperial. Ela é perspicaz, decisiva e gananciosa. Ela conquista a confiança do imperador e se torna sua amante);
- Shin Eun Kyung como Imperatriz Viúva Kang (A mãe de Lee Hyuk. Uma mulher destemida e poderosa que detém autoridade absoluta no palácio e protege a família imperial a todo custo).

Minha opinião: Amei!
Olha, confesso que não foi fácil tomar a decisão de começar mais um dorama (mesmo tendo 657.585 doramas para terminar), ainda mais se tratando de um dorama com 48 episódios (que posteriormente foram prorrogados para 52), mas quando eu soube que Jang Na Ra e Choi Jin Hyuk estariam juntos novamente (e dessa vez meu ship tinha que dar certo!), não pensei duas vezes (quem ainda não superou o ship errado de "Fated to Love You" vai me entender).
A história se passa em 2018, então não se deixem enganar pelo figurino exibido nos posteres de divulgação.  No entanto,  em "The Last Empress" a Coréia do Sul é uma monarquia constitucional, ou seja, possui uma família imperial. Imaginem toda aquela "babação de ovo" (com o perdão da expressão) que tem sobre a família real britânica. Pois bem, é exatamente assim com essa fictícia família imperial. E nossa protagonista, Oh Sunny, é simplesmente apaixonada pelo Imperador Lee Hyuk, a ponto de ter as paredes de seus quarto cobertas de fotos dele (#quemnunca foi fangirl?)
E quem poderia imaginar que Oh Sunny viveria uma história de Cinderella? Ela é uma atriz de musicas (desconhecida e falida, diga-se de passagem), que só encontro o imperador uma única vez, ao cair em seu colo durante a apresentação de um musical de Natal. No entanto, acaba sendo cortejada DE REPENTE pelo Imperador e... ops, acabou se tornando a Imperatriz do Império Coreano.
O que Oh Sunny não sabe é que ela não passa de um álibi. Seu casamento nada mais foi do que a tentativa de encobrir um crime... cometido por ninguém menos que o Imperador, que está longe de ser o homem que ela acredita que ele é.

11 de março de 2019

RESENHA: A Vidente

Editora: Lua de Papel
Autor(a): Hannah Howell
Número de páginas: 224

Sinopse: Estamos no século XVIII, na Inglaterra georgiana. Como todas as gerações de sua família, Chloe Wherlocke possui habilidades especiais, e o seu dom é enxergar além da visão física. 
Em 1785 ela prevê a morte de uma mulher que acabara de dar à luz e toda uma trama para atender a motivos escusos. Ao encontrar uma criança abandonada ao lado do corpo da mãe, ela salva o bebê e o cria escondido do mundo. Fazia isso por amor, mas talvez houvesse neste gesto alguma força do destino... 
Com o passar dos anos, Chloe descobre que o encontro com a criança não havia sido uma simples coincidência e nota, pouco a pouco, um desenrolar de acontecimentos que envolviam todos os membros de sua família, num jogo de traições, mentiras e assassinatos. 
Consciente de tudo, ela precisa ser rápida para salvar a vida do pai do menino, o conde Julian Kenwood, e avisá-lo que o filho não morreu. Mas, ao se aproximar da família Kenwood, Chloe percebe seu sentimento de proteção por Julian se transformar enquanto a cada momento tudo fica mais perigoso.

Olá gente lindaaaa!!
Hoje vim falar sobre um livro que estava perdido na minha estante de de... 2011. Sim, 2011! 
Lembro que na época o comprei por causa da capa (#quemnunca), sem ao menos ler a sinopse. E, olhando em retrospecto, talvez eu tivesse apreciado muito mais a leitura de "A Vidente", de Hannah Howell, se o tivesse lido naquela época, quando eu já não tinha muito padrão de comparação. No entanto, lendo-o hoje, após conhecer outros livros e autores do gênero, o livro deixou um pouco a desejar.

O livro começa com uma cena nada alegre: a irmã de Chloe acaba de dar a luz a uma criança morte, em um casebre no meio do nada, quando dois homens entram e substituem o bebê morto por outro perfeitamente sadio. A mãe, moribunda, em breve também estará morta e o bebê sadio acabará por segui-la, quando não obtiver cuidados. Esse é o plano. No entanto, Chloe, que tem um dom especial (bem característico de sua família), já havia previsto a cena, por isso manteve-se escondida na cabana a fim de resgatar o bebê sadio após a saída dos homens. E é assim que, de algum modo, Chloe acaba tendo sua fica entrelaça-da a do conde Julian Kenwood.

9 de março de 2019

#LeituraColetiva - Jane Eyre | #quotes (capítulos de 1 a 8)

Olá gente lindaaaa!
Nossa #LeituraColetiva de "Jane Eyre", de Charlotte Brontë, já começou. E, sim, já estamos na QUARTA edição do projeto e super satisfeitas com cada nova leitura conjunta, pois é sempre muito enriquecedor conversar sobre livros e conhecer opiniões diversas.
Pois bem, como de costume, cá estou com minhas quotes favoritas dos capítulos lidos nessa primeira semana de leitura, de 1 a 8.

"John não tinha muito afeto por sua mãe e suas irmãs, e a mim ele detestava. Atormentava-me e me castigava, e isso não acontecia uma ou duas vezes por semana, nem uma ou duas vezes por dia, mas continuamente: cada nervo meu o temia, e cada pedaço de carne sobre meus ossos se encolhia quando ele se aproximava. Havia momentos em que eu me sentia atordoada pelo terror que ele inspirava, porque não tinha quem me defendesse de suas ameaças ou de seus castigos." (páginas 22-23)
"O fato é que eu estava um tanto fora de controle; ou fora de mim, como diriam os franceses: tinha consciência de que a momentânea insubordinação já me expusera a punições fora do comum, e, como qualquer outro escravo rebelde, estava decidida, em meu desespero, a ir até as últimas consequências." (página 25)

28 de fevereiro de 2019

Na Telinha ou na Telona... #143

Olá gente lindaaa!!
A indicação de dorama da semana é "The Undateables (Os Inconquistáveis), também conhecido como "Handsome Guy and Jung Eun", que comecei a assistir em maio de 2018 (isso mesmo!), mas acabei meio que abandonando. Na época eu estava gostando muito, principalmente por ler leve e divertido, mas acabei me enveredando para o drama cheio de sofrência e desgraceira "Come and Hug Me" (que eu amei demais!), que acabei esquecendo dessa gracinha. Porém, como umas das minhas resoluções de ano novo é terminar os 165647485 doramas que comecei no último ano, cá estou...
"The Undateables" foi ao ar na emissora sul-coreana SBS, de 23 de maio a 19 de julho de 2018.

Sinopse: Os Inamoráveis é sobre um homem, Hoon Nam, que se recusa a amar e uma mulher, Jeong Eum, que sonha em se apaixonar perdidamente, mas desiste da ideia ao encarar a realidade das coisas. Os dois se oferecem para ajudar pessoas solteiras a se apaixonarem, mas, em meio a tudo isso, acabam se apaixonando um pelo outro. Hoon Nam torna-se oficialmente o segundo filho da DMJ Foods quando sua mãe biológica, que o teve fora do casamento, morre. Por causa desse fato, ele nunca acreditou no amor e tem a capacidade de se distanciar o bastante para não ser emocionalmente afetado pelos outros. Jeong Eum, por outro lado, é do tipo que dá tudo de si, seja no dia a dia ou na vida amorosa. Ela acredita que quem ama mais é mais feliz, e foi por isso que seu primeiro amor a deixou cheia de cicatrizes. Fique ligado e veja como esses dois aparentemente perdidos e tolos acabam se apaixonando!

ELENCO PRINCIPAL:

- Namkoong Min como Kang Hoon Nam (Um especialista em relacionamentos que não acredita no amor. Tem como isso dar certo?);
- Hwang Jung Eum como Yoo Jung Eum (Uma ex-mergulhadora da equipe nacional de mergulho que acaba abandonando a carreira por conta de um trauma e se tornando uma "casamenteira" em uma agência de relacionamentos);
- Choi Tae Joon como Choi Jun Soo (Um fisioterapeuta competente e amigo de infância de Jung Eum);
- Oh Yoon Ah como Coach Yang (Treinadora da Equipe Nacional de Mergulho; melhor amiga de Jung Eum, além de ser sua ex-treinadora);
- Jung Moon Sung como Yook Ryong (primo de Hoon Nam);
- Jo Dal Hwan como Charlie (editor de uma revista).

Minha opinião: Gostei!
Vou começar essa resenha sendo bem sincerona e admitindo que só comecei a assistir ao dorama por causa do elenco, estava doida para saber como a atriz gritadeira de "Kill Me, Heal Me", "She Was Pretty" e "Secret Love" (Hwang Jung Eum) se daria com nosso eterno "Chief Kim"(Namkoong Min).
A história gira em torno de Kang Hoon Nam e Yoo Jung Eum. Ele é dono de uma galeria de arte dedicada a brinquedos e ela é uma ex-mergulhadora. Seus caminhos se cruzam diversas vezes ao longo dos anos (coisa de destino que eu amo nos doramas!), e cada um desses encontros é engraçadíssimo.
Cinco anos atrás, antes de Jung Eum abandonar a carreira na equipe nacional de mergulho, Hoon Nam presencia uma cena lamentável em que nossa protagonista se humilha no meio de um aeroporto para convencer o ex-namorado a não abandoná-la.
Ela sequer notou a presença de Hoon Nam, afinal estava perdida em meio a seu sofrimento e humilhação. Hoon Nam, no entanto, lembra bem na cena que presenciou e a reconhece ao reencontrá-la anos depois.
São muitas as situações inusitadas que acontecem toda vez que esses dois se encontram! hahaha
Após a desilusão amorosa e o trauma relacionado à água, Jung Eum deixou de ser atrela e seu pai a registrou em uma empresa relacionamentos, na esperança de encontrar um namorado para a filha. No entanto, após algum tempo ela passa de cliente a funcionária e agora precisa bancar a "casamenteira".

21 de fevereiro de 2019

Na Telinha ou na Telona... #142

Olá gente lindaaaa!
Após muuuuuuito tempo, hoje vim falar de um dorama chinês. Vocês sabem que meus favoritos são os coreanos, mas de vez em quando é bom variar um pouco, né?!
A indicação da vez é "Love O2O" (que eu ainda estou tentando descobrir o significado...).
"Love O2O" foi ao ar de 22 de agosto a 6 de setembro de 2016 pela Jiangsu TV e Dragon TV.

Sinopse: Bei Weiwei (Zheng Shuang) é considerada a bela do departamento de informática, além de se destacar em seus estudos. Ela aspira ser uma desenvolvedora de jogos on-line e usa o ID de usuário de Luwei Weiwei no jogo de RPG online "A Chinese Ghost Story". Depois que ela é deixada por seu marido on-line Zhenshui Wuxiang, ela é abordada pelo número um jogador Yixiao Naihe, que sugeriu que eles se casam (no jogo) para que ambos possam participar de uma competição de casal dentro do jogo. O recém formado casal instantaneamente se dá bem e passa por muitas aventuras juntos no jogo. No entanto, Wei Wei nunca esperou que a verdadeira identidade de seu marido virtual fosse seu veterano na faculdade, o disputadíssimo Xiao Nai (Yang Yang), que é tido como um prodígio.

ELENCO PRINCIPAL

- Yang Yang como Xiao Nai ("partidão" do departamento de computação; além de filho de um professor universitário, Nai é super inteligente e talentoso, atualmente investindo em empreendedorismo, almejando se lançar no mercado de jogos online);
- Zheng Shuang como Bei Weiwei (jovem do interior que é super esforçada, independente e inteligente; ela é um prodígio no departamento de computação, além de ser considerada a "bela do departamento");
- Mao Xiao Tong como Er Xi (amiga de Weiwei; apesar de ser basttante infantil e exagerada, a amizade entre ela e Weiwei é super sincera);
- Bai Yu como Cao Guang (gênio do departamento de línguas que acaba se interessando por Weiwei);
- Niu Juin Feng como Yu Ban Shan (amigo, colega de quarto e de empreendimento de Nai);
- Zheng Ye Cheng como Hao Mei (também é amigo, colega de quarto e de empreendimento de Nai; ele protagoniza uma sutil relação gay dorama).

Minha opinião: Adorei!

Não posso começar essa resenha de outro modo que não avisando que os minutos iniciais são suuuuuper estranhos, mas não desista. Acontece que as cenas iniciais do dorama são ambientadas dentro do universo do jogo RPG que a protagonista joga. O segundo aviso é: Weiwei é a Park Shin Hye chinesa em se tratando de beijo. Entendedores entenderão.
Então apesar de parecer, a princípio, que se trata de um dorama de época e super exagerado (com pessoas lutando e voando num estilo bem mortal kombat), isso é apenas para mostrar que Weiwei não é mais uma daquelas mocinhas burrinhas que vemos em doramas. Ela é extremamente inteligente e manda muito bem na vida acadêmica e  no jogo. E essa história de que jogos online são "coisa" de menino não existe mais. Viu, Damares! Nem na China essa história de azul para menino e rosa para menina, coisa de menino e coisa de menina cola mais.

18 de fevereiro de 2019

RESENHA: Outros jeitos de usar a boca

Editora: Planeta
Autor(a): Rupi Kaur
Número de páginas: 208

Sinopse: 'outros jeitos de usar a boca' é um livro de poemas sobre a sobrevivência. Sobre a experiência de violência, o abuso, o amor, a perda e a feminilidade. O volume é dividido em quatro partes, e cada uma delas serve a um propósito diferente. Lida com um tipo diferente de dor. Cura uma mágoa diferente. Outros jeitos de usar a boca transporta o leitor por uma jornada pelos momentos mais amargos da vida e encontra uma maneira de tirar delicadeza deles. Publicado inicialmente de forma independente por Rupi Kaur, poeta, artista plástica e performer canadense nascida na Índia – e que também assina as ilustrações presentes neste volume –, o livro se tornou o maior fenômeno do gênero nos últimos anos nos Estados Unidos, com mais de 1 milhão de exemplares vendidos.

Olá gente lindaaaa!
Após conhecer a escrita sensível e certeira de Rupi Kaur em "O que o sol faz com as flores" fiquei louca para ler mais coisas da autora. E cá estou, trazendo a resenha de mais um livro de poemas que são afiados e letais como flechas envenenadas. 
O livro é dividido em quatro partes, respectivamente a dor, o amor, a ruptura e a cura, abordando temas como abuso infantil, estupro, assédio, machismo, entre outros igualmente sérios, incômodos... e necessários.
Mais uma vez, não sei muito bem como resenhar esse livro sem apresentar alguns dos meus poemas favoritos para que vocês tirem suas próprias conclusões. Confiram abaixo algumas quotes de cada uma das quatro partes do livro.