12 de julho de 2018

Na Telinha ou na Telona... #131

Olá gente lindaaa!
Hoje vim falar sobre um mini-drama fofíssimo com apenas quatro episódios (ou seja, não tem desculpa pra não assistir: é curto, rápido e fofo!). Estou falando de "You Drive me Crazy" (Você me deixa louco).
Esse mini drama foi ao ar nos dias 7 e 8 de maio deste ano, pela emissora MBC.

Sinopse: O amor à primeira vista é uma ideia tão maravilhosa. Mas quantos de nós têm essa experiência na vida real? A resposta é "raros". No máximo, vemos isso quase sempre em novelas. Para que se dar ao trabalho de fazer mais uma novela em que um homem e uma mulher se cruzam por coincidência e se apaixonam? Por isso, esta série pretende mostrar aos espectadores algo com que eles possam se identificar muito mais: o amor que floresce nas nossas vidas cotidianas. Esta novela mostra como um relacionamento familiar se transforma em um relacionamento agitado, como uma amizade se transforma repentinamente em amor. Esta série é sobre um homem e uma mulher que não têm nada mais para compartilhar graças a suas personalidades completamente diferentes. Mas eles não fazem ideia de por quem estão apaixonados. Gradualmente, eles se redescobrem e vão atrás do amor um passo de cada vez.

ELENCO PRINCIPAL:

- Lee Yoo Young como Eun Seong (tradutora simultânea de francês; ela tinha grandes expectativas quanto a profissão quanto optou por estudar tradução, mas o trabalho é mais instável do que ela pensava);
- Kim Seon Ho como Kim Rae Wan (artista talentoso, mas que está com um "bloqueio criativo" há dois meses, desde que algo inesperado aconteceu);
- Sung Joo como Yoon Hee Nam (membro de uma banda iniciante e amigo de Rae Nam; acaba se apaixonando por Eun Seong);
- Ryu Hye Rin como Kang Ji In (colega de trabalho e amiga de Eun Seong).


Minha opinião: Amei!
"You Drive Me Crazy" gira em torno de dois amigos, Eun Seong, que trabalha como intérprete, e Kim Rae Wan, um artista que faz pinturas e desenhos maravilindos.
Apesar do esteriótipo e pressuposto de que um homem e uma mulher não podem ser só amigos, eles são. São melhores amigos há oito anos e se conhecem como ninguém. Um está sempre lá pelo outro. Eun Seong conheceu cada uma das muitas namoradas de Rae Wan, e Rae Wan acompanhou o começo, meio e triste fim do longo namoro de Eun Seong.
Tudo estava indo muito bem, obrigada, até que... eles acabam dormindo juntos.

10 de julho de 2018

28 coisas que aprendi em 28 anos!

Olá gente lindaaaa!
O post de hoje é um pouco diferente do que costumo fazer, mas resolvi "comemorar" o meu aniversário listando algumas coisinhas que aprendi ao longo dos meus 28 anos.



Quem me conhece sabe que quando o meu aniversário está chegando, eu fico bem introspectiva (e desanimada, confesso). Eu não sou a pessoa que mais adora fazer aniversário, muito pelo contrário... mas já que não dá pra ficarmos mais jovens, que pelo menos tentemos tirar proveito de cada ano vivido, né?!

Então, vamos à lista:

1. O que não me faz bem, não me faz falta.
E isso serve pra tudo, pra coisas, situações, experiências e, principalmente, pessoas. Para quê manter por perto algo/alguém que não me faz bem, não me faz feliz e, na maioria das vezes, me faz mal, me deixa para baixo? 

2. Minha mãe tinha razão: eu não sou todo mundo.
Quem nunca tentou convencer a mãe de que devia ir ou fazer algo, porque "todo mundo" iria / faria? Pois bem, minha mãe sempre me respondeu dizendo que não importava o que todo mundo faria, porque eu não era todo mundo. E ela estava certa, eu não sou todo mundo, por isso não faz sentido comparar minha vida, minhas escolhas, minhas conquistas e derrotas com as de outras pessoas.

3. Eu não sou uma árvore.
Isso significa que eu posso "sair do lugar" se não estiver feliz ou satisfeita. Não há motivos para me obrigada a estar em um lugar ou situação que me deixam infeliz. Prefiro pensar em mim como uma folha que pode ser carregada pelo vento para lugares melhores, mais felizes...

4. Alguns dias são melhores que outros.
E está tudo bem. 

5. Eu não preciso estar feliz, animada, otimista o tempo todo.
E tudo bem com isso, também. 

6. Eu não sou obrigada.
A nada. Nadinha.

7. Eu nunca vou agradar todo mundo.
E tudo bem com isso. Não preciso agradar todo mundo, do mesmo modo que não preciso gostar de todo mundo. O que eu preciso fazer é respeitar todo mundo independentemente das diferenças.

8. Tudo bem eu não estar sempre certa.
Na maioria das vezes é melhor estar em paz do que estar certa.

9. A vida não tem um único roteiro.
A não ser pelo fato de que ela termina. Tudo bem eu mudar de rota algumas vezes.

10. Mudar de ideia não é um problema.
As circunstâncias mudam, as pessoas mudam, nossos sonhos mudam... então nossas escolhas podem mudar, também.

11. "Tanto faz" ou "mais ou menos" nunca opções boas o suficiente.
Nunca.

12. Algumas pessoas vêm para ficar, outras estão só de passagem.
E as coisas serão muito melhores quando aprendermos a lidar com isso, a lidar com despedidas, com o fato de que as pessoas são livres para decidir ficar em nossas vidas ou não... e nem sempre é uma simples questão de escolha. E o fato de que algumas pessoas não permaneçam em nossas vidas não significa que elas tenham menor impacto, que não façam a diferença ou que não sejam importantes. 

13. Minhas escolhas sempre são e serão afetadas por diversas coisas externas (minhas opções, coisas a serem consideradas, etc.).
Mas é importante que elas sejam sempre MINHAS.

14. Eu estou aqui de passagem.
Logo, nada é para sempre. Viver é um eterno exercício de adaptação, aprendizagem...

15. Desconstruir padrões, esteriótipos, etc. é um exercício diário.
Não é uma coisa simples, embora seja necessário.

16. Cada pessoa tem um modo diferente de lidar com as coisas.
Quem chorar mais alto não significa que sente mais dor.

17. Sempre podemos aprender algo novo.
E devemos!

18. Às vezes a vida é complicada, porque nós decidimos complicas as coisas.
E geralmente focamos e damos importância para coisas que não merecem tanta atenção.

19. Desistir também é um ato de coragem.
Quão difícil é tomar a decisão de desistir de algo? Conseguir perceber quando é hora de parar, de deixar algo para trás e seguir em frente é um ato de coragem. 

20. Talvez devêssemos parar de buscar a felicidade.
E simplesmente aproveitarmos cada momento. A felicidade deve estar no hoje, não do amanhã que podem nem chegar.

21. Já somos cobrados e julgados o suficiente pela sociedade.
Nosso autojulgamento e nossa autocobrança não são necessários.

22. Praticar a empatia.
Só isso.

23. Viva às listas!
Sem elas minha vida seria um completo caos.

24. Sem expectativas, sem frustrações.
Nossas expectativas nas coisas, pessoas, situações são responsáveis pela maioria das nossas frustrações. É melhor apenas tentar "seguir o fluxo", "deixar rolar". Não é fácil, mas vale a pena tentar. Eu estou constantemente tentando. Um dia chego lá...

25. Nossa família é valiosa.
E o melhor jeito de ser grato por isso é dar atenção, amor, valor e respeito à ela HOJE.

26. Só serei feliz quando for grata.
Nosso problema é ser grato apenas por coisas "grandiosas", quando devemos agradecer pelas pequenas e simples coisas que é o que nos fazem ser o que somos. Como esse milagre maravilhoso:



27. Posso encontrar felicidade no fundo de uma xícara de café.
Não preciso focar apenas em grandes realizações esperando que a felicidade estará lá. A felicidade está aqui.

28. Cada dor é uma dor.
Não diminua sua dor. Não diminua a dor do outro. Cada pessoa tem um modo de lidar com as própria dor e a mesma dor pode ter pesos diferentes para pessoas diferentes.

***
Eu não gosto de "fazer aniversário", sempre tenho o sentimento de que mais um ano se passou e nada aconteceu, nada mudou... ma suma coisa é certa, no último ano aprendi muito mais do que no ano anterior; no próximo espero aprender mais... E que eu possa levar tudo isso na bagagem. Sempre.

***
Beijos e amassos!!

9 de julho de 2018

RESENHA: The Beauty of Darkness (Crônicas de Amor e Ódio #3)

Editora: DarkSide Books
Autor(a): Mary E. Pearson
Número de páginas: 576

Sinopse: A trilogia Crônicas de Amor e Ódio chega ao fim de maneira arrasadora. A história de Lia inspirou muitos leitores a embarcarem em uma jornada extraordinária repleta de ação, romance, mistérios e autoconhecimento, em um universo deslumbrante criado pela premiada escritora Mary E. Pearson, onde o poder feminino é a força motriz capaz de mudar e fazer toda a diferença no novo mundo em construção.
Lia sobreviveu a Venda, mas não foi a única. Um grande mal pretende destruir o reino de Morrighan, e somente ela pode impedi-lo. Com a guerra no horizonte, Lia não tem escolha a não ser assumir seu papel de Primeira Filha, como uma verdadeira guerreira — e líder. 
Enquanto luta para chegar a Morrighan a tempo de salvar seu povo, ela precisa cuidar do seu coração e seus sentimentos conflituosos em relação a Rafe e as suspeitas contra Kaden, que a tem perseguido. Nesta conclusão de tirar o fôlego, os traidores devem ser aniquilados, sacrifícios precisam ser feitos e conflitos que pareciam insolúveis terão que ser superados enquanto o futuro de todos os reinos está por um fio e nas mãos dessa determinada e inigualável mulher.
Olá gente lindaaaa!
Hoje vim falar sobre o terceiro e último volume da trilogia Crônicas de Amor e Ódio, que recebi da editora DarkSide Books em julho do ano passado, mas só agora consegui ler. E, vocês podem imaginar, bateu aquela satisfação por ter terminado a trilogia, mas, ao mesmo tempo, por tristeza por ter chegado ao fim. Quero saber mais sobre essa mitologia criada pela autora, sobre a profecia, sobre os Antigos, etc. 

ATENÇÃO: trata-se da resenha do terceiro volume, logo é provável que haja spoilers dos volumes anteriores.

Antes de conferirem a resenha, não deixem de ler as resenhas dos volume anteriores da trilogia:
The Kiss os Deception | The Heart of Betrayal

Neste terceiro volume, a saga de Lia e Rafe continua. Após a cena final de "The Heart of Betrayal", segundo volume da trilogia, foi impossível não ficar apreensiva em relação ao que poderia vir a seguir. E é com a mesma apreensão que damos início a "The Beauty of the Darkness", já que Lia está ferida, e juntamente com Rafe e seus quatro soltados, provavelmente estão sendo caçada por "soldados" vendanos. 
Há muito o que se fazer, há muito pelo que passar até que o grupo finalmente chegue Dalbreck. E a medida em que Lia começa a se recuperar, precisa é enfrentar outras batalhas, como o fato de que nem mesmo os soldados de Rafe acreditam em suas palavras ou em seu dom. Mesmo Rafe parece um pouco cético em ralação ao dom de Lia e ao que exército de mais de 100 mil vendados que ela diz ter visto. Além disso, ela sabe que sua cabeça é caçada por seu próprio povo, por cauda das mentiras do Komizar. Ainda assim ela precisa traçar estratégias para salvar o Reino de Morrighan, que está enfestado de traidores. E, acima de tudo, não ficar remoendo o que aconteceu, tudo pelo que passou e suas perdas, para que isso não lhe tire o foco ou a força.

5 de julho de 2018

Na Telinha ou na Telona... #130

Olá gente lindaaa!
A indicação de dorama de hoje é um dos únicos trabalhos da atriz Park Shin Hye (Heartstrings, You're Beautiful, The Heirs, Pinocchio, Doctors) que eu ainda não havia assistido, "Flower Boy Next Door" (Garoto gentil da porta ao lado), também conhecido como "My Flower Boy Neighbor". Esse dorama é de 2013 e foi ao ar de 7 de janeiro a 25 de fevereiro.

Sinopse: Go Dok Mi tem medo de comunicar com as pessoas, ou melhor ela tem pavor só de pensar em se comunicar com elas, por ela, ela viveria em seu apartamento isolada do mundo para todo o sempre. Já Enrique é um garoto comunicativo e o maior gênio no mundo dos vídeogames da atualidade, ele fala literalmente pelos cotovelos! Enrique tem duas nacionalidades - espanhola e coreana - e está de volta a Coréia para rever amigos e dar uma de cupido. Ele se hospeda na casa do seu irmão, Han Tae Joon, que por sinal mora no prédio da frente e o apartamento 402 onde Go Mi Dok mora dá de frente para ele, para falar a verdade ela tem o estranho hábito de espiá-lo todos os dias, até que Enrique a pega no flagra e é aí que começa a história. O que Go Mi Dok fará? Será que ela terá de encarar as pessoas por causa do Enrique? Ou ela simplesmente irá ignorar a todos e se esconderá em sua torre?

ELENCO PRINCIPAL:

- Park Shin Hye como Go Dok Mi (garota que sofre de agorafobia e não sai de casa para quase nada; tem um amor platônico pelo vizinho do prédio em frente ao seu, a quem ela admira de longe, por meio de um binoculo).
- Yoon Shi Yoon como Enrique Geum (criador de jogos online famoso entre os jovens; foi criado na Espanha, mas está de volta à Coréia para rever amigos e divulgar seu trabalho);
- Kim Ji Hoon como Oh Jin Rak (escritor de webtoons; vizinho de porta de Dok Mi há três anos e tem por ela um amor platônico, apensa de nunca terem se falado);
- Go Kyung Pyo como Oh Dong Hoon (ajudante de Jin Rak; ele é "aprendiz", mas na verdade possui um talento maior que o de seu mentor);
- Park Soo Jin como Cha Do Hwi (ex-melhor amiga de Dok Mi que reaparece "misteriosamente" e passa a incomodar a ex-amiga e trazer o passado à tona);
- Kim Jung San como Han Tae Joon (amor platônico de Dok Mi e amigo de Enrique).

Minha opinião: Gostei!
Nossa protagonista, Go Dok Mi, sofre de agorafobia e não consegue ter o mínimo contato com outras pessoas. Ela trabalha como revisora de texto para uma editora, mas faz todo o trabalho em casa e só sai de seu apartamento quando é estritamente necessário.
Ela tem um amor platônico pelo vizinho que mora no prédio em frente ao seu, e acompanha a rotina dele o observando pela janela com o auxílio de um binoculo.
Ela nem ao menos sabe o nome dele, mas conhece praticamente toda sua rotina, o horário que ele acorda para ir trabalhar, o horário que ele volta... enfim, tudo o que ela pode observar de seu apartamento. Toda sua vida se resume a isso e ela não tem grandes ambições. Ela está feliz por ficar em casa e mais feliz ainda por não ter de lidar com outras pessoas. Seu apartamento é todo o seu mundo. No entanto, sua vida vira uma bagunça com o surgimento de Enrique...

2 de julho de 2018

RESENHA: O que o sol faz com as flores

Editora: Planeta
Autor(a): Rupi Kaur
Número de páginas: 256

Sinopse: Da mesma autora de outros jeitos de usar a boca, best-seller com mais de 100 mil exemplares vendidos no Brasil.
O que o sol faz com as flores é uma coletânea de poemas arrebatadores sobre crescimento e cura. ancestralidade e honrar as raízes. expatriação e o amadurecimento até encontrar um lar dentro de você.
Organizado em cinco capítulos e ilustrado por Rupi Kaur, o livro percorre uma extraordinária jornada dividida em murchar, cair, enraizar, crescer, florescer. uma celebração do amor em todas as suas formas.
essa é a receita da vida
minha mãe disse
me abraçando enquanto eu chorava
pense nas flores que você planta
a cada ano no jardim
elas nos ensinam
que as pessoas
também murcham
caem
criam raiz
crescem
para florescer no final'

Olá gente lindaaaa!
Hoje vim falar sobre esse livro incrível, sensível, e sem papas na língua. Confesso que não sou muita de ler poesias (aquele probleminha pra entender poesias, quem tem? hahah), mas algumas poesias realmente pegam a gente de jeito, né?!  E foi exatamente o que aconteceu com boa parte das poesias de "O que o sol faz com as flores". Esse foi meu primeiro contato com a escrita de Rupi Kaur, mas já quero mais, quero ler tudo o que for possível dessa mulher. 

Assim como diz na sinopse, o livro é dividido em cinco partes: murchar, cair, enraizar, crescer e florescer. E as poesias presentes em cada parte falam de assunto relacionados com cada uma dessas fases... não das flores, as da vida. Então assuntos como abuso, relacionamento abusivo, separação, insegurança, relação com o próprio corpo, amor próprio, abandono, dor são tratados nas duas primeiras partes; família, respeito às raízes, etc., são tratados na terceira parte; empoderamento, autoconhecimento, autoaceitação, libertação são tratados na última partes. Essa é ou não é a ordem das coisas?
Para exemplificar melhor cada uma dessas partes, selecionei algumas poesias e trechos de cada uma dessas partes. E, olha, foi difícil escolher minhas favoritas!

30 de junho de 2018

Na Minha Caixa de Correio!! #158

Olá gente lindaaaa!
Faz um tempinho que não compro ou recebo livros, mas esse mês, além de receber a versão física (e maravilhosa) de "Senhorita Aurora", também acabei comprando dois livros. Confiram!

PARCERIA:

- Senhorita Aurora - Babi A. Sette (Verus Editora)
342 páginas (amarelas).
Vocês nem imaginam minha felicidade ao ter esse livro em mãos, no formato físico. Li e resenhei o ebook em 2016, mas vocês sabem que adoro um livro impresso, né?! Li, reli e amei como se estivesse lendo pela primeira vez. Confiram a resenha!

25 de junho de 2018

RESENHA: Senhorita Aurora

Editora: Verus
Autor(a): Babi A. Sette
Número de páginas: 342
Compre aqui!

Sinopse: Nicole é uma jovem bailarina e está prestes a realizar seu sonho: estrear no papel principal em uma peça na Companhia de Ballet de Londres. Tudo estaria perfeito se não fosse pela presença de um dos seus diretores, o temido Daniel Hunter, um maestro prodígio de temperamento difícil, com um humor sombrio e que desperta em Nicole sentimentos contraditórios. 
Quando uma tempestade de neve isola os dois em uma mansão centenária, Nicole e Daniel serão obrigados a encarar não apenas os segredos que atormentam o maestro, mas também uma paixão proibida — e avassaladora — que nasce entre eles. Entre a tão sonhada carreira na dança, um amor intenso como ela nunca sentiu e a própria segurança, Nicole se verá diante de escolhas que parecem impossíveis. E caberá a ela resgatar Daniel de seu próprio passado...
Senhorita Aurora é um romance poderoso, tocante e perturbador, que mostra que todos merecem uma segunda chance, até mesmo alguém com fama de monstro.
Olá gente lindaaa!
Hoje vim falar, mais uma vez, de "Senhorita Aurora", da querida Babi A. Sette. Eu já resenhei o livro aqui no blog, em 2016, quando a autora resolveu lança-lo no formato eletrônico de forma independente na Amazon. E você nem imaginam minha felicidade em poder reler essa história tendo o livro no formato impresso em mãos. Só amor pela Babi A. Sette e pela Verus Editora, por essa edição linda. ❤❤❤❤❤

Após vários anos dançando horas e horas por dia, Nicole Alves finalmente tem seu maior sonho realizado: fazer parte da Companhia de Ballet de Londres. Perece um sonho finalmente ter se tornado um "anjo", como ela via seus ídolos da dança, quando era criança.
Mas as coisas não são fáceis, ela ainda precisa dar o sangue em nome da dança, dedicando horas sobre as sapatilhas de ponta, ensaios exaustivos e... tudo isso sob o comando de seu diretor Sr. Evans e o irritadiço, troglodita Daniel Hunter, famoso maestro que foi convidado a ajudar na produção de "A Bela Adormecida", em que Nicole interpreta a princesa Aurora.
Além da barba enorme (uma enorme "cabeleira facial", na palavra de Nathy, melhor amiga de Nicole), o estilo "motoqueiro malvado", da cara de poucos amigo e do estranho hábito de chamar todos os bailarinos pelo nome de seus respectivos personegns, o Sr. GATO Hunter é movido a gritos e palavrões em francês. Super agradável.
"O sr. Hunter me encarava sem piscar, com uma expressão tão fechada que senti como se as mãos dele apertassem meu estômago. Soltei o ar devagar e olhei para baixo. Tentei voltar a atenção para o discurso do sr. Evans." (página 45)