29 de julho de 2011

NOVIDADE!! #8

Olá leitores..... quero compartilhar com vocês as novidades e superrrr PROMOÇÕES da Editora Landmark!!!
Os preços de grandes sucessos caíram. APROVEITE!!

           Talvez Eu Não Tenha Vivido em Vão...


Sinopse: A biografia de grandes nomes sempre gerou grande fascínio e interesse daqueles que tem a curiosidade de conhecer os aspectos mais íntimos e ocultos de grandes líderes, cientistas, artistas e pensadores que ajudaram a construir nossa história e permaneceram ativos por meio de seus legados e influências sob nossa sociedade, além da presença viva no imaginário de cada um.
Na iminência da morte, muitos dos que buscam as últimas palavras
proferidas por esses grandes ícones mundiais têm a expectativa de um
último momento iluminado, permeado por sábias e brilhantes
manifestações, enquanto outros aguardam a reafirmação de uma crença, de valores ou causas defendidas. Há também aqueles que aguardam pelo inimaginável e geram a expectativa de que toda uma trajetória seja renegada no momento da morte de seu protagonista. Seja qual for o fim, e deixando de lado qualquer aspecto mórbido que possa assombrar esses últimos momentos de vida, é fato que as últimas palavras sempre despertaram a curiosidade e o imaginário daqueles que admiram ou reconhecem a importância desses significativos homens e mulheres em seus momentos derradeiros.
Neste mais recente lançamento, são registradas as últimas manifestações de presidentes, imperadores, líderes
religiosos, políticos e civis, reis e rainhas, grandes pensadores, filósofos, artistas e cientistas, como Maquiavel,
Joana D'arc, Alexandre II, Júlio César, Nero, Giuseppe Garibaldi, Henrique VIII, Elisabeth I, Francisco
Ferdinando, Churchill, Mussolini, Himmler, Pinochet, Hegel, David Hume, Nietzsche, Sócrates, Voltaire, Darwin, Goethe, Oscar Wilde, Jane Austen, Beethoven, Charles Chaplin, Isadora Duncan, Frank Sinatra, John Lennin, Chopin, Victor Hugo, João Paulo II, Freud, Einstein, Fernando Pessoa, Edith Piaf, entre outras personalidades da história.
No Brasil, ao contrário de outras culturas e regiões, há uma forte ausência de registros dos grandes nomes
que por aqui passaram, incluindo os presidentes de nossa nação, escritores e artistas. Ainda que raras, são
apresentadas as últimas palavras de, entre outros, Tiradentes, Getúlio Vargas, Olavo Bilac, Antônio Carlos
Gomes, Visconde de Taunay, Prudente de Moraes, José Carlos do Patrocínio, Machado de Assis e Ruy
Barbosa, junto aos seus dados biográficos, contexto e curiosidades.


Nº de páginas: 240
De R$ 34,00 por R$ 25,00
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            A Moradora de Wildfell Hall (Edição Bilíngue)

Sinopse: Anne, Charlotte (autora de Jane Eyre) e Emily Brontë (autora de O Morro dos Ventos Uivantes) compõem uma das mais famosas famílias literárias do mundo.
A obra A MORADORA DE WILDFELL HALL (The Tenant of Wildfell Hall) foi escrita pela caçula das irmãs em 1848, há exatos 160 anos, pouco antes de sua morte.
A importância do romance vai além das barreiras da literatura, a obra levanta a questão do papel da mulher em plena Inglaterra na Era Vitoriana. Helen apaixona-se por Arthur Huntingdon, vai contra a opinião de sua família e sofre as conseqüências de um casamento com um homem desregrado e infiel. Mesmo apoiada fervorosamente na religião, com o desejo de superar e corrigir os maus hábitos de Arthur, Helen não obtém êxito na tentativa de livrar o marido do álcool e do ritmo justificado por ele como uma espécie de carpe diem. Com a ajuda de Frederick, irmão de Helen, uma fuga é arquitetada e Arthur abandonado. A protagonista consegue se estabelecer sob o anonimato em outra cidade, onde conhece alguém que poderá recompensar todo sofrimento e reconhecer a luta pelo destino.
O conflito entre puritanismo e liberdade que cercava a moral vitoriana é refletido na trama que recebeu excelentes críticas.
Feminismo, luta pelo destino, novo posicionamento da mulher e religião são retratados por Anne, na Inglaterra do século XIX, que assinou o romance com o pseudônimo Acton Bell (bem como em outros pequenos trabalhos e poesias), pois além do conteúdo classificado como impróprio para mulheres, não era apropriado ao gênero que escrevessem livros. A MORADORA DE WILDFELL HALL é dividida em três partes, a primeira e a terceira são compostas por escritos dos personagens e a segunda parte lê-se o diário de Helen. Os atos moldam cada personagem, tornando a linguagem ágil e viva neste clássico da literatura inglesa inédito no Brasil.
A autora, nascida em 1820 no condado de York, produziu trabalhos poéticos e dois romances, Agnes
Grey (1847) e A Moradora de Wildfell Hall (1848). As irmãs Brontë não desejavam depender exclusivamente da ajuda financeira do pai e ajudavam nas despesas escrevendo sob pseudônimos. A mais nova das Brontë trabalhou como governanta num famoso clérigo no interior da Inglaterra. Anne, considerada percussora ao denunciar a submissão da mulher na sociedade inglesa, morreu aos 30 anos, em 1849, vítima de tuberculose, bem como suas duas outras irmãs.

Nº de páginas: 368
De R$ 40,50 por R$ 25,00
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O Último Homem (Edição Bilíngue)

Sinopse: O ÚLTIMO HOMEM foi escrito por Mary Shelley em 1826 e publicado na Inglaterra em três volumes logo após à morte de seu marido, construindo uma visão do futuro, descrita a partir de um manuscrito profético, onde é apresentado o final da humanidade. O
protagonista da história, Lionel Verney, filho de uma família nobre lançada à pobreza, pela rudeza e orgulho desmedido, ao longo da narração é transformado, psicológica e emocionalmente, através de suas relações com amigos e familiares e da terrível guerra que assola o mundo, cujas conseqüências levariam a Humanidade à destruição: uma praga que gradualmente mata a todos, homens e mulheres, sendo Verney o único humano imune que testemunha a gradual destruição de todos a sua volta. Ambientado no século XXI, o romance apresenta seis personagens cujas vidas, independente de tempo e
localização, estão entre a suposta última geração de humanos sobre a superfície da Terra, destruída por uma praga incontrolável: o narrador e último sobrevivente, Lionel Verney; sua irmã, Perdita, esposa de Lorde Raymond, aventureiro, herói, membro da nobreza, e finalmente, chefe de estado da Inglaterra (esta uma república governada por um lorde protetor eleito); Adrian, Conde de Windsor, filho do último rei da Inglaterra; a irmã de Adrian, princesa Idris, que desafia sua mãe, a condessa de Windsor e casa-se com Lionel; e Evadne, uma princesa grega, amada por Adrian, mas que o rejeita em favor de sua paixão por Raymond, o que resulta em um romance adúltero. A vida dos personagens é apresentada em um contexto no qual os interesses pessoais e domésticos são
substituídos pelas exigências políticas, e estas suplantadas por uma praga incontrolável que engolfa toda a espécie humana. Na introdução do livro, um narrador desconhecido afirma ter encontrado na caverna da sibila Cumana, sacerdotisa de Apolo, um manuscrito escrito por esta última, onde são descritos acontecimentos narrados que ocorrerão dois séculos depois, contando como a humanidade seria destruída. Verney é mostrado inicialmente como um homem impulsivo, valorizado pelos arroubos da juventude, cuja lei
do mais forte acaba por remodelando sua alma, através do amor, o único poder
verdadeiro, transformando-o em uma figura heróica, humana, apesar de educada e sensível. O ÚLTIMO HOMEM é um conto de fadas para adultos, com cenas de batalhas vividamente descritas, mortes por pragas incuráveis e amores ardentes. Se O ÚLTIMO HOMEM é um romance de ficção científica, é notável a ausência de termos tecnológicos e invenções além do seu tempo, geralmente associados ao gênero. Ao lado das descrições sobre a ciência médica e epidemiológica, um tema tecnológico central descrito no livro é o
balonismo, imaginado como sendo o principal meio de transporte no século XXI. Entretanto, a figura do balão associa-se mais à sua figura simbólica do que ao artefato em si: como resquício do século XVIII e seu Iluminismo, servindo como símbolo do conhecimento universal, progresso científico e conquista ‘prometeana’ da natureza pela razão humana, além da representação das profundas alterações sociais e culturais produzidas pelas revoluções do século XVIII, sobretudo a Revolução Francesa.

Nº de páginas: 496
De R$ 51,50 por R$ 25,00
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O Agente Secreto (Edição Bilíngue)

Sinopse: O AGENTE SECRETO é um romance que pode parecer ser diferente a alguns em uma primeira leitura ou visualização, ou seja, apenas um thriller de espionagem, pelo contrário, é uma análise aprofundada e um retrato da impotência relativa da maioria das mulheres na sociedade britânica nos últimos anos do século 19. Ele não prega. Não defende. Conrad deixa o leitor tirar as conclusões que são pertinentes para cada pessoa. Esta é uma de suas obras mais escuras e misteriosas que capta com humor, ironia e mistério todo o ambiente social e político da Inglaterra vitoriana. O cenário é Londres; o crime, um atentado. Londres no final do século 19 é refúgio para todos os tipos de exilados políticos. Verloc é um deles, um anarquista que passou anos sendo financiado por um governo estrangeiro em suas ações como espião, ao mesmo tempo, que presta informações à polícia metropolitana da cidade. Quando um novo embaixador é empossado, este exige que Verloc prove o seu valor, atacando alguns alvos selecionados. Sem escolha, diante de um paradoxo explorado por Conrad, Verloc inicia um movimento, que termina com um atentado, ferindo aqueles que lhe são importantes, e sendo apenas uma questão de tempo até que a polícia o encontre ou que seus “colegas” o silenciem.
O AGENTE SECRETO apresenta toda a maestria de um dos grandes escritores do século 20, um dos triunfos mais surpreendentes deste gênio da ficção que o torna um dos livros mais lidos entre os 100 mais importantes do século 20. Joseph Conrad se aprofunda de um modo quase cirúrgico dentro do submundo do terrorismo, demonstrando como a literatura pode detectar o futuro muito antes que a ciência social o faça. Conrad, na verdade, nos indica que a grande vilã da história é a era moderna na qual vivemos, uma era que distorce a tudo e a todos, incluindo a política, as relações sociais e as relações familiares. Conrad nos apresenta uma visão sombria da inércia moral e espiritual e a condenação daqueles que ousam enfrentá-la.
O AGENTE SECRETO serviu como base para o filme “Sabotage” (lançado no Brasil como “O Marido era o Culpado” e, mais tarde, como “Sabotagem”), de 1936, dirigido por Alfred Hitchcock; é um dos últimos filmes da fase inglesa de Hithcock, sendo que o diretor retornaria ao tema de conspirações e atentados mais tarde em produções como “O Homem que Sabia Demais” e Intriga Internacional”. 
Recentemente, foi adaptado também para o cinema numa produção de 1996, dirigida por Christopher Hampton, com trilha sonora de Philip Glass e estrelada por Bob Hoskins, Patricia Arquette, Gérard Depardieu, Jim Broadbent, Christian Bale e Robin Williams.

Nº de páginas: 304
De R$ 41,50 por R$ 25,00
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O Morro dos Ventos Uivantes (Edição Bilíngue)

Editora Landmark traz mais um sucesso da literatura mundial
aos leitores brasileiros no ano em que se completa 160 anos
de seu lançamento.

Sinopse: O único romance escrito por Emily Brontë, O MORRO DOS VENTOS UIVANTES, foi publicado em 1847 e atribuído a um certo “Ellis Bell”. Pseudônimos literários eram comuns na época, e usados principalmente por escritoras que aspiravam à consideração séria dada aos correspondentes masculinos. Como de hábito, grassavam debates sobre a identidade do autor. Um ano antes, as três irmãs Brontë – Charlotte, Emily e Anne – haviam publicado uma coletânea de poemas em nome de “Currer, Ellis e Acton Bell. Nos círculos literários ingleses era crença generalizada que as ”Irmãs Brontë” e os “Irmãos Bell” fossem as mesmas pessoas. No entanto, o simples crédito deu margem a controvérsias: que “Bell” seria, realmente, qual das irmãs Brontë? Para complicar o assunto, alguns leitores garantiam que os três pseudônimos, na verdade, pertenciam a Charlotte. Já outros sugeriam que os demais pseudônimos “Bell” não se relacionavam com nenhuma das irmãs, e serviam de camuflagem para algum outro escritor. Até a morte de Emily, em 1848, ela ainda não havia sido oficialmente reconhecida como a autora de O MORRO
DOS VENTOS UIVANTES – o que só aconteceu em 1850, quando a segunda edição do romance saiu com seu nome. Críticos da época reagiram com indiferença à obra, comparando-a desfavoravelmente como Jane Eyre, de Charlotte Brontë, enquanto outros achavam o livro excessivamente mórbido e violento. Finalmente, a reavaliação crítica gradual – encabeçada por Charlotte – resultou no reconhecimento do gênio de Emily e na aceitação do O MORRO DOS VENTOS UIVANTES como uma obra-prima singular, representando um distanciamento radical de tradição vitoriana de romance. Enquanto outros trabalhos contemporâneos eram densamente povoados, este tinha objetivos  estreitos: enquanto outros se baseavam em ações complexas, geralmente tortuosas, Ventos Uivantes era livre de cenas arquitetadas, resultando seu
drama do choque de vontades. Uma rica mistura de romantismo e realismo, ele transborda de paixão, turbulência e misticismo – “o horror” – conforme observou Charlotte – “da grande escuridão”.
O MORRO DOS VENTOS UIVANTES já foi adaptado mais de vinte vezes para o cinema, rádio e TV. A versão de 1939 é a mais reconhecida, tendo Laurence Olivier, David Niven e Merle Oberon, como as personagens principais, ganhadora do Oscar de melhor fotografia e indicado para outras sete premiações; as versões mais recentes são as de 1992, estrelada por Juliette Binoche e Ralph Fiennes, e uma modernização de 2003, produzida pela MTV.

Nº de páginas: 304
De R$ 45,00 por R$ 25,00
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Para conferir o catálogo completo da Editora,  e seus respectivos valores é só acessar; http://www.editoralandmark.com.br/obras.asp?k=3

Beijos e amassos!!

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