9 de setembro de 2018

#LeituraColetiva - Norte e Sul | #quotes (capítulos de 43 a 52)

Olá gente lindaaa!
E não é que a #LeituraColetiva de "Norte e Sul", de Elizabeth Gaskell, chegou ao fim! Gente, como passou rápido! E, confesso pra vocês, fiquei com um gostinho de quero mais.
Enquanto não sai a resenha desse romance social incrível, confiram minhas citações favoritas dos capítulos de 43 a 52!




"A sra. Shaw e Edith mal podiam prestar atenção a Margaret em seu retorno ao lugar em que elas insistiam em chamar de lar. Para ela era quase uma ingratidão de sua parte ter um sentimento secreto de que o vicariato de Helstone, e não apenas ele, mas também a casinha pobre de Milton com seu pai ansioso, sua mãe inválida e todos os seus pequenos problemas domésticos de relativa pobreza formavam a ideia de lar." (Página 638)
"São as pequenas transformações entre as coisas familiares que conhecemos que mostram o mistério do tempo para os jovens, e mais tarde perdemos o sentido do mistério. Considero todas as coisas que vejo como uma consequência natural. Para mim a instabilidade das coisas humanas é familiar. Já para você ela é uma coisa nova e opressiva." (página 665)
"Se olhar para fora de mim mesma e de meu próprio sentimento doloroso de mudança, o progresso à minha volta está correto e é necessário. Não devo pensar muito em como as circunstãncias me afetam, mas sim em como elas afetam os outros, se desejo ter direito a um julgamento justo, ou a um coração confiante e esperançoso." (página 684)
"Logo que pensava em uma perda, outra mais se seguia - não para substituir a sua tristeza anterior, mas para reabrir feridas e sentimentos mal curados." (página 701)
"Pensou que não precisava que tudo fosse explicado para ele, se ao menos ela pudesse ter certeza de que ele já sabia. Mas esse desejo, como tantos outros, era imaginário. Quando se convenceu disso, voltou-se com toda a força de seu coração para a vida que se derramva à sua frente e resolveu lutar e fazer dela o melhor que podia." (página 708)
"O tom de desprezo e desagrado com que sua tia e sua prima falavam de Milton era o mesmo que Margaret tinha expressado e sentido quando foi viver lá, e do qual, hoje, tinha vergonha de se lembrar." (página 710)
"Desde que se defrontou, cara a cara, de homem para homem, com um indivíduo das massas à sua volta, e (é bom que se diga) pelo menos no primeiro momento não como patrão e empregado, os dois começaram a perceber que 'todos temos um coração humano'." (página 717)
"Aqueles que são felizes e bem-sucedidos costumam achar que os infortúnios dos outros não têm importância." (página 741)
***
Beijos e amassos!!

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